
Novo medicamento reduz o avanço do Alzheimer em 60%. O remédio experimental foi testado em pacientes no estágio inicial. Os resultados parciais da pesquisa tinham sido divulgados no mês de maio. Agora, o estudo completo foi publicado em uma revista científica.
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Chamado de donanemab, o medicamento é um anticorpo criado para eliminar uma determinada substância, a meta-amilóide. Ela se acumula nos espaços entre as células cerebrais e forma placas que caracteriza a doença degenerativa.
Participaram do estudo 1736 pacientes com Alzheimer leve, com idade entre 60 e 85 anos. Em 60% dos casos o remédio conseguiu retardar a progressão da doença. Já nos pacientes mais velhos e com níveis avançados os resultados não foram tão eficientes.
Um efeito colateral comum foi o inchaço cerebral, mas a maioria não apresentou sintomas. Metade dos participantes pararam com a nova droga depois de um ano de uso por causa dos benefícios obtidos.
*Rádio 2
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STJ autoriza três pacientes a cultivarem cannabis para fins medicinais
O ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), autorizou três pacientes a cultivarem em casa plantas de cannabis (maconha) para fins medicinais. A decisão foi proferida na última quinta-feira (13).

Com a liminar, os pacientes ganharam um salvo conduto para evitar eventual prisão em flagrante ao portarem a quantidade de cannabis prescrita por um médico.
Ao recorreram à Justiça, os pacientes afirmaram que têm problemas de saúde e necessitam do óleo extraído da planta para tratamento contra dor crônica, déficit de atenção, transtorno depressivo recorrente, fobia social e ansiedade.
Em outras decisões recentes sobre o tema, o STJ decidiu que a União e o estado de Pernambuco devem fornecer medicamento à base de canabidiol à paciente com condição específica de saúde.
