Mercado financeiro reduz projeção da inflação de 6,61% para 6,4%

Mercado financeiro reduz projeção da inflação
Mercado financeiro reduz projeção da inflação (FOTO: REPRODUÇÃO)

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, caiu de 6,61% para 6,4% neste ano.

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É a 13ª redução consecutiva da projeção. A estimativa está no Boletim Focus de hoje (12), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a expectativa de instituições para os principais indicadores econômicos.

Mercado financeiro reduz projeção da inflação

A previsão para 2022 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central (BC). A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,5% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior 5,25%.

Em agosto, a inflação teve novo recuo, de 0,36%, após queda de 0,68% em julho. Com o resultado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de 4,39% no ano e 8,73% em 12 meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

*Informações Agência Brasil*

SAIBA MAIS

CBN Economia: Endividamento e Inadimplência resistem às transferências de renda

No quadro CBN Economia, desta quarta-feira (7), o colunista José Joaquim do Nascimento, falou no programa CBN Vale 1ª Edição, sobre o endividamento da população brasileira. Afinal, todos que estão endividados, são inadimplentes no país? Confira a matéria do professor – mestre em economia:

A notícia veiculada pela mídia impressa e televisa de que o endividamento e a inadimplência são os maiores em 12 anos, destacando que 8 em cada 10 famílias têm dívidas, significa dizer que cerca de 22% dos brasileiros estão com mais da metade dos rendimentos comprometidos com dívidas.

Estes fenômenos da economia são potencializadores de crises e podem tardar a recuperação sustentável da economia nacional. É comum as pessoas relacionarem de forma direta e imediata,  que as pessoas ao estarem endividadas elas também estão inadimplentes, e isto não é verdade. É certo que são coisas diferentes, mas que se correlacionam facilmente e podem potencializar ou tardar uma saída mais rápida da crise nacional.