Lagoinha: Homem é morto esfaqueado no centro da cidade

Lagoinha: Homem é morto esfaqueado no centro da cidade - viaturas policia civil
(Foto: Divulgação/Polícia Civil) morto esfaqueado morto esfaqueado morto esfaqueado

Na noite deste domingo (5) um homem foi morto esfaqueado no centro da cidade de Lagoinha, um outro rapaz que estava com a vítima também foi esfaqueada, socorrida pelo SAMU e encaminhada até o hospital da cidade.

De acordo com a polícia, o crime aconteceu próximo da delegacia e da base da PM, a polícia cientifica foi acionada e realizou a perícia no local.

A polícia ainda não sabe o motivo do ataque, o rapaz que foi socorrido, segue internado e o estado de saúde não foi divulgado. A polícia civil identificou os autores do crime, o caso segue sendo investigado pela delegacia de Lagoinha.

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35 mulheres são agredidas física ou verbalmente por minuto no Brasil

Pesquisa realizada com 1.042 mulheres pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pelo Datafolha entre os dias 9 e 13 de janeiro deste ano revela que 35 mulheres foram agredidas física ou verbalmente por minuto no nosso país ao longo do ano passado.

Em relação à última pesquisa, que foi feita entre abril de 2020 e março de 2021, o crescimento foi de 4,5 pontos percentuais, o que mostra que a violência contra a mulher aumentou em território nacional.

Ao todo, são 18 milhões e 600 mil mulheres que foram vítimas de algum tipo de violência ou agressão entre janeiro e dezembro de 2022. Ofensas verbais são o tipo de violência mais comum. Perseguição e Chutes e socos aparecem na sequência.

65 em cada 100 vítimas são mulheres pretas. 29% são brancas. Mais da metade das mulheres que sofre algum tipo de agressão têm entre 16 e 34 anos de idade.

Segundo os pesquisadores, não há uma causa única para o aumento da violência contra a mulher no Brasil, mas 3 principais fatores ajudam a explicar por quê as mulheres têm sido vítimas da fúria alheia: a falta de recursos para as políticas de enfrentamento à violência contra a mulher nos últimos anos, a pandemia de covid-19, que prejudicou o funcionamento de serviços de acolhimento às vítimas e a intensificação da ação política de movimentos ultraconservadores última década – combatendo, entre outros temas, a igualdade de gênero, esse ultraconservadorismo acaba dando suporte a comportamentos e atitudes machistas de violência contra pessoas do gênero feminino.

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