Homem é baleado durante abordagem policial em Taubaté

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(Foto: Reprodução/PMSP) baleado durante abordagem  baleado durante abordagem 

Um homem foi atingido por um tiro durante uma operação policial no Túnel Engenheiro João Ortiz, no bairro Chácara Silvestre, em Taubaté, na tarde desta terça-feira (16).

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De acordo com a Polícia Militar, a abordagem aconteceu por volta das 15h30 e o homem teria sacado uma arma, o que levou os policiais a reagirem com um tiro.

Segundo a PM, a ação ocorreu durante uma verificação de um veículo que estaria transportando armas e drogas. Durante a abordagem, um dos ocupantes do carro teria tentado sacar um revólver da cintura, o que resultou no disparo.

O indivíduo baleado foi socorrido e levado para o Hospital Regional de Taubaté, mas não há informações sobre seu estado de saúde. Os agentes envolvidos na ação não sofreram ferimentos.

A polícia apreendeu a arma utilizada pelo suspeito, bem como as drogas encontradas no veículo. O túnel foi isolado para perícia, o que causou interrupção do trânsito nos dois sentidos. Por volta das 19h, o tráfego já havia sido normalizado.

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Deputado Deltan Dallagnol tem mandato cassado pelo TSE por unanimidade

Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira (16) cassar o mandato do deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR). Deltan atuou como chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba e, após deixar o cargo, foi o deputado mais votado do Paraná nas eleições de 2022, com 344 mil votos. Cabe recurso da decisão, mas Deltan Dallagnol terá de sair do cargo eletivo, ocupado há três meses.

A decisão deverá ser cumprida imediatamente e os votos recebidos pelo parlamentar na eleição serão computados para a legenda.

A elegibilidade de Deltan foi contestada pela federação formada pelo PT no estado e o candidato a deputado Oduwaldo Calixto (PL). Antes de chegar ao TSE, a inelegibilidade de Deltan foi rejeitada pela Justiça Eleitoral do Paraná. Ambos sustentaram que o ex-procurador não poderia concorrer às eleições por ter sido condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no caso das diárias pagas à força-tarefa.

Além disso, segundo a acusação, Deltan também não poderia ter concorrido por ter saído do Ministério Público Federal (MPF) durante a tramitação de processos administrativos disciplinares contra ele no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

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