Entidade da capital vence licitação e vai implantar hospital público veterinário de Taubaté

Entidade da capital vence licitação e vai implantar hospital público veterinário de Taubaté
(Foto: Reprodução)

Uma entidade com sede em São Paulo deve ficar responsável por implantar e gerir um hospital público veterinário em Taubaté.

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Das duas concorrentes na licitação aberta pela Prefeitura, apenas a Anclivepa (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo) obteve nota suficiente para ser classificada. A Guaratinguetá Kennel Clube foi desclassificada.

Segundo o site da entidade, a Anclivepa já administra 10 hospitais públicos veterinários no país, sendo seis em São Paulo, um em Fortaleza (CE), um em Porto Alegre (RS), um em Belo Horizonte (MG) e outro no Distrito Federal.

O Serviço Veterinário da ANCLIVEPA-SP foi criado em 2012 no bairro do Tatuapé, Zona Leste de São Paulo, em convênio com a Prefeitura Municipal, para garantir atendimento veterinário gratuito para cães e gatos do município

Este foi o primeiro Hospital Veterinário Público do país e ao longo desses anos, já foram implantadas mais 6 unidades só na capital paulista e Grande São Paulo (Zona Norte e Sul de São Paulo, Mogi das Cruzes, Distrito Federal e duas unidades no Município de Osasco).

Após a assinatura do contrato, a vencedora terá 45 dias para implantar o hospital e iniciar as atividades. O custo anual pode chegar a R$ 3,4 milhões.

Segundo o edital, a unidade deverá ser implantada na região central, em área de fácil acesso. O hospital irá funcionar de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e terá setores de recepção e triagem, atendimento clínico, atendimento cirúrgico, exames laboratoriais, exames de imagem, acompanhamento dos tratamentos e gestão dos medicamentos. Também haverá uma unidade móvel de atendimento, que será chamada de SamuVet.

O edital cita que a unidade irá realizar 3.065 procedimentos por mês, sendo: 520 consultas, 55 cirurgias, 70 anestesias, 420 diagnósticos por imagem (radiografia e ultrassom), 800 serviços laboratoriais (hemograma, por exemplo) e 1.200 atendimentos diversos (como medicação, curativo e eutanásia).

Segundo a Prefeitura, não haverá restrição de atendimento no hospital, mas serão priorizados os animais levados por moradores de baixa renda e também por protetores.