
A responsável pela escola infantil Colmeia Mágica, indiciada por tortura e maus-tratos contra crianças na capital foi transferida nesta quinta-feira (28) para a Penitenciária Feminina 1 de Tremembé (SP). torturar crianças
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Fernanda Serme foi presa em Mogi das Cruzes na segunda-feira (25) e estava detida na cadeia de Itaquaquecetuba até ser transferida para Tremembé. O presídio é conhecido por receber detentas ligadas a crimes de grande repercussão, como Suzane von Richtofen, Elize Matsunaga e Anna Carolina Jatobá.
Com a chegada de Fernanda Serme à P1 feminina de Tremembé, ela passa pelo procedimento de ficar 20 dias isolada antes de passar a conviver com as demais presas. Na Penitenciária 1 ela vai ficar em uma cela de 9 metros quadrados.
A irmã de Fernanda e diretora da escola, Roberta Regina Serme, continua foragida. Ambas negam as acusações de atar os alunos com camisas de força e deixá-las no banheiro.
Histórico
Na quarta-feira (27), o Tribunal de Justiça de São Paulo indeferiu o pedido de prisão domiciliar de Fernanda. Após a decisão judicial, a defesa da dona da escola informou ao g1 que entraria com pedido de habeas corpus.
O pedido de prisão domiciliar foi feito pela defesa de Fernanda na terça-feira (26) ao Departamento de Inquéritos Policiais (Dipo) do Tribunal de Justiça de SP. A pedagoga de 37 anos tem um filho menor de idade que depende dela, segundo o advogado de defesa.
Na terça, a investigada passou por uma audiência de custódia que determinou a manutenção da prisão preventiva.
Fernanda e Roberta, além da auxiliar de limpeza Solange da Silva Hernandez, de 55 anos, foram responsabilizadas criminalmente por suspeita de participarem de castigos aos alunos da unidade escolar que choravam ou se recusavam a se alimentar.
Saiba mais
Quatro pessoas são presas e multadas em R$ 388 mil por extração ilegal de palmito em Guará
Na noite desta quarta-feira (27), quatro pessoas foram presas por extração ilegal palmito, no bairro Taquaral, em Guaratinguetá. No flagrante foram encontradas 162 unidades de palmito juçara in natura, uma espécie ameaçada de extinção.
Segundo a Polícia Militar Ambiental, após denúncia anônima de extração irregular de palmito, os policiais foram até o local, onde avistaram um veículo parado na estrada com quatro pessoas ao redor. Durante a busca, foi verificado que uma delas já era conhecida do meio policial. Ao vistoriar as margens da estrada, foram encontrados três sacos de estopa com as 162 unidades de palmito.
Aos policiais eles confessaram estar extraindo o palmito e que o carro seria para transportar a carga até uma fábrica clandestina.
Os dois casais foram conduzidos até o distrito policial de Guaratinguetá, junto com os palmitos cortados, sendo elaborado o boletim de ocorrência e liberados para responderem pelo crime em liberdade.
Os dois casais foram multados em R$ 388 mil pela PM Ambiental.
Os palmitos foram destruídos no aterro sanitário, por não possuírem condições sanitárias para doação.
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