
No CBN Mercado de Trabalho desta segunda-feira (12), Dia dos Namorados, a colunista Karla Clarinda não falou sobre amor, porém, a questão de relacionamentos fez parte da pauta de hoje. Não se trata de relacionamento conjugal, mas de relacionamento interpessoal com os colaboradores de uma empresa. Confira a matéria para entender proposta.
É tão bom quando trabalhamos em um ambiente saudável e convivemos com profissionais competentes que, antes de tudo, sejam pessoas bacanas. Mas, nem sempre isso acontece. Muitas vezes, um grupo de pessoas legais é contaminado por uma única pessoa com um traço arrogante. Sabe aquela que tudo sabe, que tudo já viveu e que tudo conhece? Então, é a chamada laranja podre, que contamina as demais.
E, não importa o quão competente seja o profissional em questão, a atitude arrogante deste colaborador azeda todo um grupo, um setor e uma empresa. Afinal, não é agradável conviver e ter que tratar de assuntos com alguém que se acha “a última bolacha do pacote” e acredita que sempre está certo.
Acredito não ser difícil identificar o arrogante no trabalho. É aquele que faz as conversas girarem ao redor delas; se vangloria das suas vitórias e habilidades; é vaidoso e orgulhoso. Ou seja, um sem noção, né?
Além de ser alguém que não consegue contribuir com o grupo, o arrogante mina toda a equipe, gerando um clima de desmotivação e uma falta de engajamento que não deixa nada de bom prosperar.
Portanto, mesmo sendo contra qualquer cancelamento, o arrogante pode levar um “gelo” da equipe para se dar conta de seu comportamento inadequado. Melhor ainda é alguém da equipe chamar a pessoa em questão para uma conversa franca. O bom é que sempre há tempo de mudar, e mudar para melhor. Então, por que não?
