Senado sabatina Dino e Gonet, indicados de Lula ao STF e à PGR

Flávio Dini e Gustavo Gonet. Senado sabatina Dino e Gonet, indicados de Lula ao STF e à PGR
(Foto: M.Camargo e A.Cruz/Agência Brasil)                                                    Senado sabatina

O Senado analisa nesta quarta-feira (13) as indicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva  (PT) para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e para procurador-geral da PGR (Procuradoria Geral da República).

Indicado ao Supremo, o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, é formado em direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), com mestrado na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Flávio Dino foi juiz federal por 12 anos, período no qual ocupou postos como a presidência da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a secretaria-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ele deixou a magistratura para seguir carreira política, elegendo-se deputado federal pelo Maranhão em 2006.

O ministro presidiu a Embratur (Empresa Brasileira de Turismo) entre 2011 e 2014, ano em que se elegeu governador do Maranhão. Em 2018, foi reeleito para o cargo. Nas últimas eleições, em 2022, elegeu-se senador da república e, logo após tomar posse, foi nomeado ministro da Justiça e Segurança Pública. Agora, aos 55 anos, Dino é o indicado do presidente Lula para o STF.

O novo ministro do STF assumirá a vaga deixada pela ministra Rosa Weber, que se aposentou compulsoriamente da Corte, ao completar 75 anos, no início do mês. Rosa foi nomeada pela então presidenta Dilma Rousseff, em 2011.

Já na Procuradoria-Geral da República (PGR), Paulo Gonet, ocupará a vaga aberta com a saída de Augusto Aras. O mandato de Aras na PGR terminou no fim de setembro, e a vice-procuradora Elizeta Ramos assumiu o comando do órgão interinamente.

Paulo Gustavo Gonet Branco tem 57 anos e é subprocurador-geral da República e atual vice-procurador-geral Eleitoral. Tem 37 anos de carreira no Ministério Público. Junto com o ministro Gilmar Mendes, do STF, é cofundador do Instituto Brasiliense de Direito Público e foi diretor-geral da Escola Superior do Ministério Público da União.

*Informações Agência Brasil

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