O aplicativo de transporte InDriver passou a operar em São José dos Campos. A prefeitura de São José aprovou o credenciamento do novo serviço de viagens há cerca de um mês.
O aplicativo permite que passageiros e motoristas possam negociar o valor final da corrida.
Ao abrir o App e definir o trajeto a ser percorrido, o usuário tem como base um valor sugerido, mas tanto motorista quanto passageiro podem fazer proposta e contraproposta acerca do preço da corrida. Esse é o principal diferencial do serviço.
Antes de escolher um motorista é possível conferir informações sobre o veículo, nome completo e a avaliação média dos usuários.
Os motoristas também têm acesso prévio às informações do chamado, e podem analisar se desejam ou não o aceitar.
O compartilhamento de localização via GPS, se mantém igual aos demais aplicativos. A empresa só permite o cadastro de motorista que tenha carro fabricado a partir de 2011.
Pagamento
O pagamento pode ser em dinheiro ou, ao pedir a corrida, selecionar a opção de um motorista que tenha um carro equipado com maquininha de cartão. Para os motoristas, uma vantagem é que não há nenhuma comissão a ser paga ao aplicativo.
Como usar o InDriver
O aplicativo está disponível na Play Store. É só baixar e realizar seu cadastro. É preciso informar dados como número de telefone, nome completo e CPF. Além disso, é preciso autorizar o App a ter acesso a sua localização.
Feito isso, basta inserir os dados de origem e destino. Se desejar, o usuário poderá informar a tarifa máxima que pretende pagar e aguardar até que os motoristas recebam a proposta.
Para que não haja risco de os valores ofertados serem muito baixos ou muito altos, o App indica um valor razoável.
Em São José, o serviço de viagem já é disponibilizado pelas operadoras 99, Uber e Beep-beep, além do serviço de táxi.
CBN Economia: os preços dos combustíveis desafiam a inteligência dos políticos e atormentam a vida dos consumidores
Nesta quarta-feira (8), no programa CBN Vale 1ª Edição, o colunista do quadro CBN Economia, José Joaquim Nascimento, falou sobre os preços dos combustíveis.
A tão sonhada reforma tributária está se resumindo à reforma do ICMS que vem sendo o tema de maior desafio para os políticos. Mas os consumidores tem sido a parte mais afetada e veem como um tormento os impasses políticos que não chegam a uma conclusão. O problema maior atualmente: os aumentos dos preços dos combustíveis.
Daí dizermos que os preços dos combustíveis têm sido o tema de grande discussão no meio político e de grande preocupação para quem trabalha e depende dele. O motivo parece ser simples: o último aumento nos combustíveis foi feito pela Petrobrás em 11 de março, há 55 dias.
Se em 2021, a Petrobrás reajustou 13 vezes o preço da gasolina e do diesel e, neste ano de 2022, devido aos prejuízos ao capital político do Governo foram apenas 02 reajustes na gasolina e 03 no diesel até o momento, não há dúvida de que teremos em breve mais um grande reajuste.
Tal fato sugere que reforma do ICMS para reduzir em até R$ 1,00 o preço do litro dos combustíveis não deve ajudar em nada os consumidores e estes continuarão sendo atormentados com aumentos de custos de suas atividades.
Se já se contabiliza 55 dias sem reajustes nos preços e, os analistas de mercado informam que não há como segurar o preço uma vez que a defasagem lá em abril já era de 17% no caso da gasolina e 25% no óleo diesel, o reajuste deve vir, com certeza, em breve.
Tanto o valor da moeda estrangeira vem ganhando força, como os preços do barril de petróleo, desde o último mês de maio. Os preços do barril para os contratos de julho atingiram USD 110,14 e, para agosto USD 120,57 em Londres e USD 119,41 em Nova York.
A taxa de câmbio vem ganhando força uma vez que em março e abril chegou a ficar abaixo de 4,80/USD e na primeira semana de junho se aproximou dos R$ 5,00 fechando no dia 07 de junho em R$ 4,9336.
Será que o Governo para não perder apoio político vai conseguir segurar o preço dos combustíveis, uma vez que a defasagem de preços está elevada, o preço da moeda estrangeira está subindo juntamente com o barril do petróleo?
É um desafio para inteligência dos políticos e um tormento para os consumidores que já não sabem o que fazer ou a quem reclamar.
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