
A Rede Globo promoveu nesta sexta-feira (28), o último debate entre os candidatos à presidência da república, antes do segundo turno das eleições que acontecem no próximo domingo, dia 30.
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Temas polêmicos que repercutiram nos últimos dias, tiveram destaque no debate entre os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), como o salário mínimo.
Após a polêmica dos últimos dias, em que o ministro da economia Paulo Guedes comentou a possibilidade de deixar de atualizar o salário mínimo com base no índice da inflação, o atual presidente disse que no próximo ano, caso vença as eleições, irá reajustar o mínimo para R$ 1.400,00. O valor, no entanto, não está descrito no orçamento para 2023 enviado ao Congresso Nacional.
A pandemia também marcou presença, tanto na acusação de Lula, ao lembrar das milhares de mortes provocadas pela pandemia, e pelo atraso do governo federal na compra de vacinas contra a covid-19, quanto o argumento do atual presidente, que disse, “se você tomou vacina, foi porque foi Jair Bolsonaro quem comprou”.
Em relação à segurança, houve nova troca de acusações. Bolsonaro acusou Lula, que esteve recentemente no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, de ter ido supostamente visitar a região para se encontrar com o ‘chefões do narcotráfico’.
Já Lula, respondeu que tem coragem de visitar comunidades mais pobres, e que em seu governo ele fez a maior campanha de desarmamento do país, e que para diminuir a violência, irá estimular a entrega de livros, ao invés de armas.
Considerações finais
Lula agradeceu à Rede Globo e aos telespectadores pelo debate, dizendo que o melhor momento vivido pela população no país, foi em seu governo, destacando a educação, cultura, aumento do salário.
Já Bolsonaro voltou a agradecer por não ter sido morto no atentado sofrido em Juiz de Fora (MG), e que comandou o pais no pior período da pandemia. Voltou a falar da religião, do aborto, da não liberação das drogas no Brasil, e que respeita a propriedade privada.