
A Suzano, uma das maiores empresas do setor de celulose, abriu suas portas em Imperatriz (MA) para receber importantes veículos de comunicação do país, mostrando como a sustentabilidade é tratada como prioridade para a preservação ambiental e o futuro das cidades no Brasil e no mundo. A Rádio CBN São José dos Campos e Vale esteve entre os convidados, acompanhando de perto o funcionamento das brigadas, sistemas de monitoramento e projetos de educação ambiental da empresa.
A visita revelou como a empresa combate incêndios com tecnologia, inteligência e parcerias estratégicas, além de treinar brigadas indígenas e comunidades vizinhas para proteger áreas de reserva e plantio.
O combate a incêndios florestais é uma prioridade da Suzano no Maranhão. Por meio de tecnologia de ponta, brigadas treinadas e parcerias com comunidades indígenas e vizinhos, a empresa conseguiu reduzir em mais de 98% a extensão de áreas atingidas em relação ao ano anterior, protegendo tanto florestas nativas quanto plantios de eucalipto.
O trabalho de monitoramento é centralizado em uma Central de Controle e Monitoramento 24h, onde operadores detectam focos de incêndio e mobilizam equipes de campo em cerca de 26 minutos após a identificação da fumaça.

A estrutura inclui:
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21 caminhonetes de brigadas, cada uma com cinco brigadistas, totalizando 147 profissionais.
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Câmeras de vigilância cobrindo até 100 km de extensão, permitindo cruzamento de informações e localização precisa dos focos.
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Sistemas satelitais, como o OroraTech, usados para planejamento estratégico do combate ao fogo, prevendo a propagação em função de temperatura, vento e umidade.
Além das áreas próprias, a Suzano atua em fazendas vizinhas e reservas, apoiando outros proprietários e integrando o Plano de Auxílio Mútuo (PAN), que reúne empresas do setor para combate conjunto a incêndios. A colaboração inclui companhias como Maiti, VLI, Equatorial, entre outras, fortalecendo a proteção de florestas e comunidades.
O trabalho também envolve brigadas indígenas, em parceria com o IBAMA, que recebem treinamento e equipamentos para atuar em seus territórios. Atualmente, 12 brigadas indígenas estão ativas no Maranhão, abrangendo quatro territórios e cerca de 16 mil indígenas. A iniciativa é complementada por programas de educação ambiental, como o Guardião da Floresta, que já impactou mais de 8 mil pessoas em 2025.
O combate a incêndios florestais na Suzano prioriza a preservação da vida, da biodiversidade e das comunidades. As estratégias incluem uso de sopradores e abafadores, minimizando a necessidade de água, e monitoramento de animais silvestres, em parceria com o IBAMA. Desde a implantação da central de monitoramento, em 2019, não houve acidentes graves com brigadistas, mostrando a eficácia dos protocolos de segurança e treinamento contínuo.
A empresa também investe em conscientização, educando crianças e comunidades sobre os riscos de incêndios e medidas preventivas. Segundo os responsáveis, a maior parte dos incêndios detectados é criminosa, mas a ação preventiva e educativa é considerada tão importante quanto a resposta emergencial.