
A Prefeitura de São José dos Campos concluiu nesta sexta-feira (16) a seleção de 320 famílias para os residenciais Parque Nova Esperança I e II, na zona leste da cidade. Os empreendimentos fazem parte do programa Minha Casa, Minha Vida, na Faixa Urbano 1, e estão em construção.
A seleção foi realizada por um sistema automatizado, com base nos dados do Cadastro do Programa Habitacional do município e do Cadastro Único (CadÚnico). Os nomes dos selecionados foram publicados no Diário do Município e no site da Prefeitura.
A relação divulgada é preliminar e será encaminhada à Caixa Econômica Federal, responsável por analisar a documentação e definir quais famílias estão aptas a assinar os contratos.
Prazo para recursos
Os interessados têm cinco dias úteis, contados a partir da publicação do resultado preliminar, para apresentar recursos administrativos. Os pedidos podem ser protocolados pelo Prefbook, portal de serviços digitais da Prefeitura, ou presencialmente nos postos de atendimento municipais.
A seleção segue critérios de prioridade social previstos nas normas federais do Minha Casa, Minha Vida. Com a atualização das regras, a escolha dos beneficiários da Faixa 1 deixou de ser feita por sorteio. Em São José, o processo foi regulamentado pelo Decreto Municipal nº 20.017/2025.
Obras estão 70% concluídas
Segundo a Prefeitura, os residenciais Parque Nova Esperança I e II estão com aproximadamente 70% das obras executadas. A previsão é que os trabalhos sejam concluídos até o fim de março.
A construtora Menin realiza serviços de revestimento, acabamento, instalações e telhado. Os dois empreendimentos terão, juntos, 20 torres. Cada edifício contará com quatro pavimentos, sendo o térreo e mais três andares, com 16 apartamentos por torre. As unidades terão, em média, 49 metros quadrados, com dois quartos, cozinha, sala e banheiro. Os condomínios também contarão com salão de festas.
A Prefeitura é responsável pela seleção das famílias e pelo trabalho técnico social que acompanhará os futuros moradores antes e depois da ocupação, com ações voltadas à adaptação e ao desenvolvimento comunitário.
Investimento
O valor total dos dois empreendimentos é de R$ 63,5 milhões. Desse montante, cerca de R$ 9,8 milhões serão investidos pelo Governo do Estado de São Paulo. O restante será custeado com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), mantido pela União.
