
Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam, nessa quarta-feira (18), quatro homens acusados de integrar uma associação criminosa que desviavam óleo lubrificante destinado às empresas para um galpão industrial em Caçapava (SP). No local, os agentes apreenderam seis mil litros do produto.
As prisões foram realizadas por policiais da 1ª Delegacia de Investigações de Roubo e Furto de Veículos (Divecar), que identificaram a base do esquema próxima à rodovia Presidente Dutra (BR-116). De acordo com as investigações, o local foi escolhido estrategicamente pois impedia que o sistema de rastreamento detectasse o desvio da rota dos caminhões-tanque.
A equipe monitorou o grupo e flagrou os homens retirando o óleo de um dos caminhões e colocando em tambores no galpão.
Os quatro integrantes da quadrilha foram presos por furto qualificado, associação criminosa e crime ambiental devido a manipulação do produto. As investigações prosseguem para identificar outros integrantes do esquema e possíveis clientes.
Saiba mais – óleo lubrificante
PF combate comércio ilegal de cigarros eletrônicos em Taubaté; um suspeito foi preso em flagrante
Um rapaz de apenas 19 anos foi preso na manhã desta quinta-feira (19), no bairro Vila São Geraldo, em Taubaté (SP), após a Polícia Federal (PF) deflagrar uma operação de combate ao comércio de cigarros eletrônicos.
A equipe de policiais federais cumpre mandado de busca e apreensão expedido pela 1ª Vara Federal de Taubaté.
De acordo com as investigações, o suspeito, por meio das redes sociais, divulgava os produtos na internet, fazendo a venda através de aplicativos de mensagens, realizando pessoalmente as entregas na cidade de Taubaté e região.
A venda de cigarros eletrônicos ou Vapesoul, como são popularmente conhecidos, é proibida no Brasil, conforme Resolução de Diretoria Colegiada da Anvisa RDC nº 46, de 28 de agosto de 2009.
Na ação policial de hoje foram apreendidos diversos dispositivos dos cigarros eletrônicos e também as fragrâncias, conhecidas como Pods usadas para recarregar os aparelhos.
O suspeito foi preso em flagrante pelo crime de contrabando por equiparação, ou seja, por manter em depósito e expor a venda cigarros eletrônicos e flagrâncias introduzidas clandestinamente no país, cuja pena pode chegar a 5 anos de prisão.