Programa Futuras Cientistas abre 470 vagas até 6 de outubro

Programa Futuras Cientistas abre 470 vagas até 6 de outubro
Foto: Criada por IA

O programa Futuras Cientistas está com inscrições abertas até o dia 6 de outubro, oferecendo 470 vagas para todo o Brasil. A iniciativa é voltada a alunas do 2º ano do ensino médio de escolas regulares e integrais, além de professoras da rede pública estadual.

De acordo com o edital, as vagas estão distribuídas da seguinte forma: 160 para estudantes de escolas regulares, 160 para alunas de escolas integrais e 150 para professoras. 

O programa é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene). Além disso, cada participante selecionada receberá um auxílio de R$ 300, pago pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O resultado final está previsto para 7 de novembro.

Segundo dados da Unesco, apenas 31% das mulheres ocupam vagas em áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Por isso, desde sua criação em 2012, o Futuras Cientistas busca estimular a presença feminina nesse campo. O alcance, que inicialmente era regional, passou a ser nacional em 2022, contemplando todas as unidades federativas.

O programa é dividido em quatro módulos. O primeiro é a imersão científica, realizada em janeiro, quando cada participante é vinculada a um projeto prático em laboratórios ou instituições parceiras. Em seguida, há o grupo de estudos, com aulas ao vivo e gravadas em setembro e outubro, voltadas para a preparação do Enem.

Os outros dois módulos acontecem já no ensino superior. O primeiro é de mentoria, que acompanha as universitárias para evitar evasão em cursos de predominância masculina. O último é a iniciação científica, incluindo estágios voltados para a área de ciência e tecnologia.

Como participar

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela Plataforma Futuras Cientistas.

O edital também prevê reserva de vagas: 20% para mulheres pretas, pardas, indígenas ou quilombolas; 5% para pessoas com deficiência; e 5% para mulheres trans ou travestis.