
Diante da pandemia do novo coronavírus, dezenas de famílias se viram obrigadas a passar pelo processo de morte e luto de um ente querido à distância. Sem velórios ou com um número reduzido de pessoas e até mesmo com caixões lacrados, sepultamentos exigiram mudanças.
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Em São José dos Campos, como parte da ampliação de medidas para proteger as pessoas de contágio com o Coronovírus, a Urbam (Urbanizadora Municipal) instalou vidros em balcões de atendimento na Funerária, Cemitérios e Sede. Além da limpeza constante, é feita semanalmente a desinfecção dos velórios da Funerária e dos cemitérios e outros setores com um produto à base de quaternário de amônio.
De acordo com o presidente da Urbam, José Nabuco Sobrinho, em casos de pessoas que morreram por Covid-19, o velório não acontece, como forma de prevenção. Em outros casos, o velório acontece com capacidade máxima de 10 pessoas.(Confira a reportagem no final do texto)
José Nabuco Sobrinho revela que em casos de pessoas que contraíram a doença, mas faleceram depois de 14 dias, o velório pode acontecer, pois não há risco de contaminação. O médico também pode fornecer um laudo atestando que não há mais risco de transmissão no momento.
No ano passado, a Urbam distribuiu kits individuais de proteção aos funcionários que trabalham nas ruas, onde não há disponibilidade frequente de água e sabão. O kit contém um frasco de álcool em gel individual e máscaras caseiras com embalagens para guardá-las.
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