Passageiro de carro de aplicativo é preso com mais de 3 mil porções de drogas na Rodovia dos Tamoios

Um passageiro de um carro de aplicativo foi preso, nesta terça-feira (12), transportando mais de três mil porções de drogas no porta-malas do veículo, na Rodovia dos Tamoios, em Caraguatatuba.
Foto: Divulgação

Um passageiro de um carro de aplicativo foi preso, nesta terça-feira (12), transportando mais de três mil porções de drogas no porta-malas do veículo, na Rodovia dos Tamoios, em Caraguatatuba.

Segundo a Polícia Militar, o flagrante foi realizado por uma equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) durante uma operação de rotina, no km 80,8, trecho de serra, sentido litoral. Durante a abordagem, os policiais encontraram, dentro de uma bolsa e de uma mochila, 800 papelotes de cocaína e 2.402 porções de maconha, totalizando 754 gramas de cocaína e 6,182 quilos de maconha, além de um celular.

O motorista do veículo, que realizava a corrida pelo aplicativo, foi liberado. De acordo com a polícia, o passageiro declarou que havia retirado os entorpecentes em Campo Limpo Paulista (SP) e que receberia R$ 1 mil para transportá-los até Caraguatatuba.

O suspeito foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e encaminhado à Delegacia Central de Caraguatatuba, onde permanece à disposição da Justiça.

As drogas apreendidas foram encaminhadas para perícia e, posteriormente, serão incineradas. O veículo foi liberado para seguir viagem. O caso segue sob investigação.

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Dono da Ultrafarma é preso em operação contra propina bilionária

O empresário Sidney Oliveiradono da rede de farmácias Ultrafarma, foi preso na manhã desta terça-feira (12) durante uma operação do Ministério Público de São Paulo, com apoio da Polícia Militar. A ação investiga um esquema de pagamento de propina que, segundo as apurações, pode ter superado R$ 1 bilhão.

De acordo com o MP, o supervisor da Diretoria de Fiscalização da Secretaria Estadual da Fazenda, Arthur Gomes da Silva Neto, também foi detido. Ele é suspeito de manipular processos administrativos para facilitar a quitação de créditos tributários de grandes empresas. Em troca, recebia pagamentos mensais, supostamente por meio de uma empresa registrada em nome de sua mãe.