Parque da Cidade recebe último city tour do ano; inscreva-se

Parque da Cidade recebe último city tour do ano
(Foto: Claudio Vieira/PMSJC)

O Parque da Cidade Roberto Burle Marx será a atração do City Tour programado para este sábado (27), encerrando a programação das visitas guiadas em 2021. Os passeios serão retomados a partir de janeiro com a previsão de inclusão de novos roteiros.

• Leia mais notícias da região clicando aqui

O passeio é gratuito e inclui no roteiro visitas a várias atrações como o Galpão Gaivotas, Museu do Folclore, Borboletário, Casa da Ilha, Jardins de Burle Marx, entre outros locais. O programa City Tour foi retomado no segundo semestre pela Prefeitura de São José dos Campos após o período mais crítico da pandemia.

As inscrições para a visita guiada do City Tour são gratuitas e podem ser feitas pela Central 156 ou pelo e-mail: [email protected] até sexta-feira (26), às 14h. Serão formados grupos de até 15 pessoas para a visita. Todas os protocolos sanitários de combate à Covid-19 estão sendo seguidos.

Patrimônio

O Parque da Cidade Roberto Burle Marx é a maior área verde localizada na região urbana de São José dos Campos com quase 1 milhão de metros quadrados. Tombado como Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural, o Parque fez parte da antiga Fazenda da Tecelagem Parahyba.

Os jardins, de autoria de Roberto Burle Marx, e a Residência de Olivo Gomes, projetada por Rino Levi, compõem um importante trabalho da arquitetura moderna brasileira e são tombados pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico de São Paulo).

No início de novembro, o conjunto de prédios da Tecelagem Parahyba foi tombado como patrimônio histórico e cultural pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

DEFINIÇÃO

O Conselho indicou que o conjunto seja inscrito nos seguintes Livros do Tombo do Iphan, autarquia federal vinculada à Secretaria Especial da Cultura e ao Ministério do Turismo: Livro do Tombo Histórico; Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico; e, que parte do acervo preservado seja inscrita no Livro das Belas Artes. Em virtude do tombamento, todas as intervenções na edificação terão de ser autorizadas pelo Instituto.