“Não vi o que aconteceu”, diz Tarcísio quase 18 horas após vídeo de Zambelli armada, viralizar

Tarcísio de Freitas e Karla Zambelli, armada. Candidato disse que não viu o caso da deputada que apontou arma para petista
(Foto: Reprodução) não vi o que aconteceu

Quase 18 horas após um vídeo em que a deputada bolsonarista Karla Zambelli (PL), aparece perseguindo um apoiador do PT com uma pistola em punho, ter viralizado nas redes sociais e ter sido destaque nos principais telejornais e demais veículos de informação de todo o país, o candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) disse que não viu o que aconteceu.

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Tarcísio votou na manhã deste domingo (30), em um colégio na região oeste de São José dos Campos, onde tem um apartamento alugado em seu nome.

Após a votação, Tarcísio conversou com os jornalistas e falou o que ele achava do caso Zambelli.

“Eu não vi o episódio, sinceramente, não vi o que aconteceu então não tenho nem como opinar.”

‘Desinformação’ se repetiu no 1o turno

Não foi a primeira vez que Tarcísio de Freitas argumentou que não teve conhecimento ou que não acompanhou situações polêmicas em casos desfavoráveis ao seu partido ou às chapas que o apoiam.

No primeiro turno das eleições, após votar pela primeira vez em São José dos Campos, Tarcísio também disse que não acompanhou o caso em que o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Benedito Gonçalves negou um pedido da campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) para limitar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou que municípios mantenham a oferta de transporte público para as eleições no primeiro turno.

A campanha de Bolsonaro questionou na Justiça Eleitoral a decisão do ministro do STF Luís Roberto Barroso, que determinou que o transporte público urbano seja mantido em níveis normais no domingo das eleições.

O ministro do TSE disse à época, ver riscos de a tese lançada pela campanha Bolsonaro se transformar em desinformação. Já o candidato Tarcísio de Freitas, ao ser questionado sobre a decisão do tribunal, disse outra vez que não havia tomado conhecimento sobre o caso e que por isso não poderia opinar.