
A Justiça de SP determinou na última terça-feira (27) o bloqueio dos bens imóveis e o arresto de valores de um servidor de Caraguatatuba acusado de fraudar os cofres públicos em um esquema criminoso. O promotor Renato Queiroz de Lima, responsável pelo caso, revelou que o investigado teria criado um funcionário público fantasma, identificado como José Carlos dos Santos, para desviar remunerações destinadas ao suposto servidor.
O golpe foi descoberto quando funcionárias públicas perceberam que o falso servidor não possuía CPF e, portanto, não podia abrir uma conta bancária para receber os pagamentos. Em vez disso, os cheques eram depositados diretamente na conta do próprio acusado, levantando suspeitas e culminando na denúncia.
O promotor Lima busca a condenação do servidor sob a Lei de Improbidade Administrativa, exigindo a devolução dos valores roubados e uma indenização mínima de R$ 50 mil por danos morais coletivos ao município de Caraguatatuba.
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