
O ministro do STF (Superior Tribunal Federal) Alexandre de Moraes incluiu o PCO (Partido da Causa Operária), sigla de extrema-esquerda, no inquérito das fake news.
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A investigação apura a existência de notícias falsas, denunciações caluniosas, ameaças e infrações que podem configurar calúnia, difamação e injúria contra os membros da Suprema Corte e seus familiares
Ele deu 5 dias para que o presidente nacional da legenda, o jornalista Rui Costa Pimenta, vá prestar um depoimento explicando os ataques feitos ao tribunal.
Em publicação nas redes sociais, o partido chamou o magistrado de “skinhead de toga” e afirmou que ele, assim como outros ministros da Corte, planejam “fraudar as eleições”. E possível observar também postagens em que o partido defende a “dissolução do STF”.
Em seu despacho, o ministro determinou o bloqueio de perfis do PCO nas redes sociais, além de solicitar que o corregedor-geral eleitoral, ministro Mauro Campbell, apure uma possível violação à resolução que veda o compartilhamento de informações falsas sobre o processo eleitoral.
Além disso, em sua decisão Moraes afirmou que existir “fortes indícios de que a infraestrutura partidária do PCO recebe dinheiro público”.
Pelas redes sociais, Rui Costa pimenta afirmou que as ações de Moraes se configuram “movimentações políticas” e que “no Brasil de hoje, ter opinião política é crime”.
“Não é agora, sempre lutamos contra isso”, disse o líder partidário.
Saiba mais
Monitoramento de postagens é uma das medidas adotadas pelo Facebook e Instagram para evitar Fake News nas eleições
As redes sociais controladas pela Meta – Facebook, Instagram e WhatsApp vão montar um centro de monitoramento para acompanhar postagens nos períodos próximos ao primeiro e ao segundo turno das eleições.
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A proposta da empresa para combater as fake news faz parte do acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas não representa novidade.
A mesma medida foi adotada nas eleições em 2018 e 2020.
A empresa de Marck Zuckerberg não informou quantas pessoas vão atuar na moderação de conteúdos, nem por quanto tempo.
A gerente de programas de resposta estratégica da Meta para a América Latina, Debs Delbart, garantiu que haverá apoio de especialistas que atuaram em outras eleições, inclusive fora do Brasil.
A ideia é identificar comportamentos que firam as boas práticas definidas e que possam interferir no pleito. Como, por exemplo, uma rede de contas falsas.
As regras do Facebook e Instagram definem que podem ser removidas contas e postagens que divulguem informações inverídicas sobre as eleições, como datas e horários, e outras que induzam à violência eleitoral.
Haverá um canal de denúncias exclusivos para notificações ao TSE.
*Informações Agência Rádio 2
