
A gotinha contra a paralisa infantil pode ser substituída por vacina injetável. A mudança é estudada pelo Ministério da Saúde, que já informou que o mascote, o famoso Zé Gotinha, vai seguir participando das campanhas de vacinação. A dose contra a poliomielite começou a ser aplicada no Brasil na década de 60 e o personagem surgiu em 1986 para reforçar a importância da imunização.
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Então, a partir de 2016 o esquema vacinal dos menores de cinco anos é formado por um primário, com vacina de vírus inativado composto por três doses, aos dois, quatro e seis meses de idade.
Depois, é feito um reforço aos 15 meses e aos quatro anos, aí sim com a vacina oral, a da gotinha. O objetivo do governo federal é evitar um possível retorno da paralisa infantil por meio do vírus mutante.
Esse vírus, em situações raras, pode surgir pela vacina oral. Muitos países já substituíram a gotinha pela vacina injetável. No ano passado, a Organização Pan-Americana para a Saúde declarou o Brasil como uma nação de alto risco para a pólio.
*Rádio 2
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SP confirma dois novos casos de febre maculosa no estado
O Centro de Vigilância Epidemiológica do estado de São Paulo confirmou nesta sexta-feira (16) dois novos casos de febre maculosa no estado paulista. Com isso, o estado registra 19 casos da doença em 2023, com nove óbitos.
Um dos novos diagnósticos se refere a uma mulher de 38 anos que esteve recentemente na Fazenda Santa Margarida, região rural de Campinas, onde foi detectado um surto de febre maculosa que já levou a morte quatro pessoas que estiveram no local. Essa paciente, segundo a Secretaria Estadual de Saúde, está internada na cidade de Campinas.
O outro caso se refere a uma moradora da cidade de Americana, de 58 anos, que faleceu no dia 8 de junho e que não tinha relação com o surto que foi identificado na Fazenda Santa Margarida. A secretaria está investigando o provável local dessa infecção.
Também conhecida como doença do carrapato, a febre maculosa é uma infecção febril de gravidade variável, com elevada taxa de letalidade. Causada por uma bactéria do gênero Rickettsia é transmitida pela picada do carrapato. Ela não é transmitida de pessoa para pessoa.