
De acordo com o MST, a manifestação foi contra a fabricação de agrotóxicos pela empresa. No protesto, o grupo utilizou carro alegórico, cartazes, macacões de proteção, máscaras e pichou a entrada da empresa, além de incendiar pneus em sua logotipo.

Manifestantes do MST
Em um publicação nas redes sociais, o MST disse que a a Bayer é líder mundial na produção de agrotóxicos e exporta para o Brasil substâncias que são proibidas em boa parte do mundo.

Mesmo o produto sendo suspeito de causar câncer, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu manter, com restrições, o uso do agroquímico no Brasil.
O que diz a Bayer
Em nota enviada à CBN Vale, a Bayer informou que condena a violência e os danos cometidos durante a manifestação nos escritórios da empresa. Confira a nota na íntegra:
“Condenamos veementemente a violência e os danos cometidos durante a manifestação nos escritórios da Bayer. Estamos sempre abertos ao diálogo e à transparência, mas a ação violenta é inaceitável em uma sociedade democrática, e totalmente contrária aos nossos valores.
Diálogo e transparência são fundamentais para a Bayer. Nossas equipes estão em constante diálogo com diversos parceiros para disponibilizar soluções que contribuem com o fornecimento de alimentos de qualidade, respeitando o meio ambiente. Estamos cientes das preocupações dos manifestantes, mas estamos convencidos ao mesmo tempo de que precisamos de sementes com tecnologia inovadora, proteção de cultivos e soluções digitais para enfrentarmos alguns dos maiores desafios do nosso tempo: produzir alimentos suficientes para uma população mundial crescente utilizando menos recursos. Nosso compromisso com a sustentabilidade é um elemento central da estratégia corporativa e de negócios da Bayer e um dos nossos valores fundamentais”, informou a Bayer.
Agrotóxicos no Brasil
No entanto, ambientalistas e associações ligadas à saúde criticam o projeto, alegando que ele traz riscos ao meio ambiente e à saúde da população. Por outro lado, setores do agronegócio defendem que, se aprovada, a nova lei dará mais agilidade e transparência no processo de aprovação das substâncias.


