Mancha Verde 40 anos: torcedores comemoram no Arco da Inovação em São José

torcedores da mancha verde do palmeiras soltam fogos e tocam tambor; membros de sao jose dos campos comemoraram no arco da inovação
(Foto: Reprodução/@mccvalesjc)/Torcedores comemoram 40 anos da Mancha Verde no Arco da Inovação em São José)

Torcedores da Macha Verde, torcida organizada da Sociedade Esportiva Palmeiras, comemoram os 40 anos da organização na noite de quarta-feira (11), no Arco da Inovação, que fica na região oeste de São José dos Campos.

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O grupo soltou fogos de artifício e pendurou uma faixa na ponte estaiada, em que se lia “Mancha Verde 40 anos São José dos Campos”.

A data também foi comemorada na capital paulista, onde torcedores penduraram faixas nos viadutos e fizeram queima de fogos em frente ao Allianz Parque, antiga Arena Palestra Itália.

A Mancha Verde foi fundada em 1983 por um aficionado pelo Palmeiras, Moacir Bianchi. Ele também foi presidente da entidade e morreu em março de 2017.

Reprodução/Família Alvi Verde

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Maior ídolo do Vasco é sepultado em Caxias, no RJ

O corpo do ex-atacante Roberto Dinamite, maior ídolo da história do Vasco da Gama, foi sepultado na tarde desta terça-feira (10) no cemitério Nossa Senhora de Belém, em Duque de Caxias, cidade onde o craque nasceu na Baixada Fluminense.

O caixão chegou ao local, em cima de um caminhão do Corpo de Bombeiro, após cortejo do Estádio de São Januário até o cemitério em Caxias – também conhecido como Cemitério do Corte Oito – onde estão enterrados os pais de Dinamite.

Cerca de mil fãs aguardaram em frente ao cemitério a chegada do corpo do craque cruzmaltino, incluindo torcedores com camisas de outros clubes. O ex-jogador Edmundo acompanhou todo o cortejo. Após as últimas homenagens ao craque, o corpo de Dinamite foi sepultado em cerimônia restrita a familiares e amigos.

Muito emocionados, os familiares não falaram com a imprensa. Vizinho de Dinamite quando o craque morava em Caxias, o músico Delly Gama Valentim Filho, de 76 anos, se despediu do amigo.

“Eu sou amicíssimo da família, da falecida mãe dele, do pai, dos irmãos, das filhas, então era um amigo que eu tinha. Eu toco saxofone nas horas vagas. Quando ele ia treinar, que não era esse Dinamite explosivo, eu ia junto com ele na Brasília. Um grande craque, eu sou vascaíno. O céu está em festa porque está ganhando um grande artilheiro”, disse após o sepultamento.