Mais da metade dos brasileiros prefere trabalhar em home office

Mais da metade dos brasileiros prefere trabalhar em home office - home office
(Foto: Reprodução/Marcelo Camargo/Agência Brasil)             em home office

Mais da metade dos brasileiros gostaria de poder escolher trabalhar remotamente. Pesquisa do Datafolha realizada entre os dias 19 e 20 de dezembro com 2.026 trabalhadores apontou que 24 % dos entrevistados preferem o modelo home office.

• Leia mais notícias da região clicando aqui

Outros 28% desejam trabalhar no sistema híbrido, tanto em casa quanto na empresa. Ao todo, são 52% do mercado de trabalho que se adaptou bem ao modelo que ganhou mais solidez durante a pandemia de covid-19, pelo distanciamento social imposto pelo vírus.

Entre os ouvidos em 126 municípios de todo o país, 45% disseram que preferem o trabalho presencial e 3% não opinaram. Mulheres são as que mais preferem a jornada em casa desde a faixa etária dos 16 aos 24 anos, como é ainda maior acima dessa idade, até 60 anos.

O sistema híbrido também tem preferência um pouco maior do público feminino, mas, neste caso, o percentual fica bem próximo também na opção dos homens.

No entanto, o modelo versátil, ora com jornada presencial na empresa, ora em casa, agrada mais aos jovens e cai à medida em que avança a idade do trabalhador.

Já a opção pelo trabalho 100 % presencial é maior entre homens, 48 %, contra 41 % do público feminino.

*Rádio 2

Saiba mais

Cachorrinho sobrevive a deslizamento de terra em Campos do Jordão

Corpo de Bombeiros resgatou com vida, nesta manhã de segunda-feira (26), um cachorrinho que ficou soterrado na rua Geraldo Félix Pereira, bairro Britador, em Campos do Jordão.

Segundo a equipe, houve deslizamento de terra no local, por causa das chuvas constantes. Os deslizamentos não atingiram as moradias das famílias próximas e nem fizeram vítimas, porém, soterraram o animal.

Resgatado com vida, o cachorro foi deixado aos cuidados da zoonose e da Defesa Civil de Campos do Jordão, que toma providências com relação as famílias que vivem nas áreas de risco.