
Um Lobo-Guará foi resgatado no pátio de uma empresa no bairro do Limoeiro, zona oeste de São José dos Campos, na tarde desta terça-feira (31).
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De acordo com a Polícia Militar Ambiental, as equipes foram acionadas por funcionários que encontraram o animal. O Corpo de Bombeiros também foi chamado para auxiliar na captura do Lobo-Guará por ser um pátio pequeno.
Após o resgate, as equipes veterinárias conferiram o estado de saúde do Lobo-Guará e não encontraram nenhum ferimento, constatando que o animal se encontrava em boas condições de saúde.
Ele foi levado pela Polícia Militar ambiental a uma área de mata, sendo introduzido em seu habitat natural.
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Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão por suposto “caixa 2” eleitoral em Aparecida
A Polícia Federal (PF) cumpriu dois mandados de busca e apreensão na manhã desta quarta-feira (1º), em Guaratinguetá (SP), em ação para investigar supostos crimes eleitorais que teriam sido praticados na cidade de Aparecida (SP), nas últimas eleições municipais, em 2020.
Segundo os agentes, durante as investigações, foram verificados indícios de que empresários teriam realizado pagamentos em favor de um candidato ao cargo de prefeito do município
Foram apreendidas mídias de armazenamento de dados que deverão passar por perícia técnica. Os mandados foram expedidos pela 002ª Zona Eleitoral de São Paulo (SP).
A operação deflagrada tem com objetivo investigar crimes como corrupção passiva, concussão, organização criminosa, desvio de recursos públicos e “caixa 2” eleitoral supostamente praticados durante a última campanha eleitoral em Aparecida (SP).
Segundo a PF, durante as investigações, foram verificados indícios de que empresários teriam realizado pagamentos em troca de vantagens futuras, que seriam obtidas através de uma obra pública que seria executada na Rua Benedito Macedo, em Aparecida.
Caso sejam confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder pelo artigo 350 do Código Eleitoral, com penas de até cinco anos de reclusão, além de crimes tipificados no Código Penal, cujas penas máximas superam 12 anos de reclusão.
De acordo com a Polícia Federal, as investigações prosseguem com objetivo de individualizar as condutas dos envolvidos no suposto esquema criminoso.
