IBGE vai poder contratar trabalhadores sem concurso

IBGE vai poder contratar trabalhadores sem concurso
(Foto: Divulgação/IBGE vai poder contratar trabalhadores sem concurso)

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está autorizado a contratar, sem processo seletivo, funcionários para atuarem no Censo Demográfico 2022.

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A autorização foi concedida por meio de Medida Provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro.

A MP, que foi publicada no Diário Oficial da União, também estabelece que servidores aposentados da União, dos Estados, dos Distrito Federal ou dos Municípios podem ser contratados como recenseadores.

A falta de profissionais para atuar na coleta de dados é um dos principais entraves do Centro 2022. O IBGE, inclusive, já precisou adiar a conclusão dos trabalhos, que começaram em agosto e estavam, inicialmente previstos para terminar em outubro.

Agora, a data prevista para término da coleta é dezembro. Estão em campo, segundo o IBGE, cerca de 50% dos recenseadores trabalhando. As novas contratações autorizadas devem complementar esse quadro para dar celeridade aos trabalhos.

Consulta à plataforma que permite acompanhar os números do Censo revelam que, até esta segunda-feira, dia 21 de novembro, já haviam sido contados 156 milhões de habitantes, da população estimada de 215 milhões de pessoas.

Os estados com os trabalhos mais avançados são Rio Grande do Norte, Sergipe e Piauí; Acre e Mato Grosso, no entanto, são as duas unidades da federação com os menores índices de população recenseada até o momento.

*Agência Brasil

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Representação do PL quer invalidar votos de alguns modelos de urnas

O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, anunciou nesta terça-feira (22) que a sigla entrou com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para anular votos de cerca de 280 mil urnas eletrônicas usadas no segundo turno das eleições, no último dia 30 de outubro.

O documento aponta que “em todas as 279.336 urnas eletrônicas dos modelos UE2009, UE2010, UE2011, UE2013 e UE2015, utilizadas no Segundo Turno das Eleições Gerais de 2022” foram verificadas inconsistências.

Segundo o partido, laudo técnico de uma auditoria realizada pela entidade Instituto Voto Legal, contratada pelo partido, indica que foram constatadas evidências de mau funcionamento de urnas eletrônicas, por meio de eventos registrados nos arquivos Logs de Urna.