
O candidato à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou para sua casa em Nova Jersey depois de ser ferido em uma tentativa de assassinato durante um comício realizado neste sábado (13), na cidade de Butler, na Pensilvânia.
Vídeos divulgados mostram uma série de disparos enquanto o ex-presidente discursava em um palco. Trump, que saiu com o rosto ensanguentado, diz que levou um tiro que rasgou a parte superior da orelha direita.
Devido aos disparos, o republicano, que está concorrendo à presidência, caiu no chão. Quando se levantou, ele levantou o punho para a multidão com o rosto ensanguentado.
O FBI, o serviço de inteligência dos EUA, identificou o atirador como Thomas Matthew Crooks, de 20 anos. Ele foi baleado e morto pelos agentes americanos. Um espectador morreu e outros dois ficaram gravemente feridos.
O local do comício foi abandonado com cadeiras derrubadas e fita policial amarela ao redor do palco. O caso está sob investigação.
Repercussão
Joe Biden, atual presidente dos Estados Unidos e principal concorrente de Trump nas eleições americanas, divulgou um comunicado expressando preocupação com a “doentia” tentativa de assassinato e disse estar “grato” por saber que Donald Trump está seguro.
“Estou rezando por ele e sua família e por todos aqueles que estiveram no comício, enquanto aguardamos mais informações. Estamos gratos ao serviço secreto por tê-lo colocado em segurança.
Não há lugar para este tipo de violência na América. Devemos nos unir como uma nação para condená-la.”
O presidente da República Federativa do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva (PT), repudiou o que classificou como ‘atentado’ ao ex-presidente americano.
“O atentado contra o ex-presidente Donald Trump deve ser repudiado veementemente por todos os defensores da democracia e do diálogo na política. O que vimos hoje é inaceitável”, declarou o presidente nas redes sociais.