
Parte da cratera no Jardim Imperial, em São José dos Campos, voltou a ceder nesta terça-feira (16), cerca de quatro meses após o problema que interditou imóveis e desalojou moradores na região. O novo afundamento ocorreu na Rua Felisbina de Souza Machado, onde a Prefeitura de São José dos Campos realiza obras de contenção desde fevereiro.
Segundo a Prefeitura de São José dos Campos, as chuvas dos últimos dias provocaram uma movimentação no material utilizado para preencher a erosão. Por isso, equipes municipais iniciaram nesta quarta-feira (17) a recomposição da área com pedras para reforçar a segurança do local e evitar novos problemas.
O problema começou em fevereiro, quando uma cratera se abriu na via e levou à interdição de quatro casas e do Residencial Jardins de Sevilha, prédio com 34 apartamentos.
O trecho que sofreu o novo afundamento havia recebido cobertura com pedras durante as obras de contenção realizadas pela prefeitura após o surgimento da erosão.
De acordo com a Prefeitura, o primeiro colapso da galeria de águas pluviais ocorreu após a corrosão de um tubo metálico. Em abril, a administração assinou a ordem de serviço para construir uma nova galeria de drenagem no local. A obra recebeu investimento de R$ 6,7 milhões e segue em andamento.
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Crateras no Jardim Imperial
A Rua Felisbina de Souza Machado, no Jardim Imperial, registrou duas crateras no início de 2026, em um curto intervalo de tempo. A primeira se abriu em 27 de janeiro, no cruzamento com a Rua Roberto Baranov, e chegou a engolir um caminhão carregado com blocos de concreto.
Dias depois, em 7 de fevereiro, uma segunda erosão surgiu a cerca de 250 metros do primeiro ponto, após fortes chuvas. O caso levou à interdição de quatro casas e de um prédio residencial, deixando 156 pessoas fora de suas moradias. Desde então, o trecho permanece interditado e sob monitoramento.