
O governo de São Paulo criou uma nova fase do plano de flexibilização da quarentena, entre a vermelha e a laranja, e autorizou a abertura de comércios e atividades religiosas em horários reduzidos de funcionamento. Mas o que chamou a atenção e uma pergunta que todos fazem é: por que só agora há possibilidade de flexibilizar o setor, sendo que em momentos com menos mortalidade e contágio havia mais rigidez?
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Sobre este questionamento Marco Vinholi, secretário de Desenvolvimento Regional do Estado de São Paulo, durante entrevista ao CBN Vale – 1ª Edição, explicou que a estratégia adotada é possibilitada com o avanço da vacinação no país, que abrange a população mais frágil.(Confira a reportagem ao final deste texto)
Marco Vinholi acrescentou que as prefeituras possuem papel fundamental para a evolução das medidas nas cidades, unindo vacinação, conscientização e redução dos indicadores diários de Covid-19.
Doação
Lembrando que as pessoas que forem aos locais de vacinação podem participar da campanha em andamento, chamada ‘Vacina contra a Fome’, que foi lançada pelo governo do estado e contou com a adesão de mais de 60% das cidades paulistas.
Quem for receber o imunizante pode doar alimentos não perecíveis, como arroz, feijão ou leite em pó. As doações vão ser repassadas pelas prefeituras para as famílias afetadas pela crise causada durante a pandemia.
Segundo o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar, o Brasil vive o pico de uma outra epidemia: a da fome. Nesse momento, a fome faz parte do cotidiano de 19 milhões de pessoas. O número corresponde à população da região metropolitana da capital paulista. A campanha incentiva a doação de alimentos não perecíveis nos pontos de vacinação.
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