Comércio do Vale do Paraíba projeta alta de 7% nas vendas para o Dia dos Namorados

Dia dos Namorados é considero a segunda melhor data do primeiro semestre para o varejo regional
Dia dos Namorados é a segunda melhor data comemorativa do primeiro semestre para o varejo regional. Foto: Divulgação

A expectativa do Sincovat (Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté e região) é de que as vendas para o Dia dos Namorados cresçam 7% em 2025 em comparação com o mesmo período de 2024. A data é considerada a segunda melhor do primeiro semestre para o varejo regional.

Quatro segmentos se destacam nesta época: perfumarias; lojas de eletrodomésticos, eletrônicos e departamentos; lojas de vestuário, tecidos e calçados; e supermercados. Caso as projeções se confirmem, o faturamento pode alcançar R$ 6,3 bilhões, o maior valor para um mês de junho desde o início da série histórica, em 2008.

Segundo o Sincovat, a combinação de fatores como mercado de trabalho aquecido, crescimento da renda e as características específicas do Vale do Paraíba, como localização estratégica e vocação turística, têm impulsionado o desempenho do varejo nos últimos anos.

Além do comércio varejista, o Dia dos Namorados também impulsiona o setor de serviços, especialmente bares, restaurantes, hotéis, cinemas e outras atividades de lazer. A região abriga municípios turísticos muito procurados nesta época, como os localizados na Serra da Mantiqueira.

Preços dos presentes e lazer

O levantamento do Sincovat, com base no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), aponta que alguns dos itens preferidos na hora de presentear apresentaram queda nos preços ou alta abaixo da inflação geral.

Entre os produtos que ficaram mais baratos estão: vestido (-3,65%), o tênis (-1,66%) e a calça comprida feminina (-0,88%). Já no mesmo segmento de vestuário e calçados, alguns itens subiram acima da média, como a camisa/camiseta masculina (5,99%), a lingerie (6,29%) e o sapato feminino (6,33%).

Para os casais que planejam sair para jantar ou viajar, o cenário é de equilíbrio entre aumentos e reduções. A refeição fora de casa subiu 8,05%, com destaque para o cafezinho (11,85%), cerveja (9,77%) e sorvete (8,46%). Por outro lado, o preço do cinema, teatro e concertos teve alta de 4,33%, abaixo da média geral.

No segmento de viagens, a hospedagem subiu 10,08% e o ônibus interestadual, 12,29%. Porém, o pacote turístico teve queda de 1,58% e a passagem aérea subiu apenas 2,25%.