
Na tarde deste sábado (21) o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, exonerou o então Comandante do Exército, General Júlio César Arruda, que havia assumido o posto, ainda no governo Bolsonaro.
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De acordo com o portal de notícias G1, quem deve assumir o comando da força, é o General do Comando Militar do Sudeste, general Tomás Miguel Ribeiro Paiva. Na sexta-feira (20), o presidente Lula participou de uma reunião com os três comandantes das forças armadas, inclusive com o ex-comandante, Júlio César Arruda e o ministro da defesa. Na ocasião, a primeira reunião do presidente eleito, com os militares, depois dos atos terroristas no último dia (8).
A decisão de demitir o comandante vêm também após matéria do Washington Post, que apontava uma fala do General Júlio César Arruda ao ministro da justiça Flávio Dino: “Vocês não vão prender gente aqui”.
Ainda segundo a reportagem, autoridades estariam investigando, uma suposta participação de militares e policiais nos atos do dia 8 de janeiro.
Invasão ao congresso
Inconformados com a derrota do ex-presidente Jair Bolsonaro nas urnas nas eleições de 2022, terroristas invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF) neste domingo (8).
O ato criminoso começou após a barreira formada por policiais militares na Esplanada dos Ministério, que estava fechada, ter sido rompida.
Os manifestantes começaram as invasões pelo Congresso Nacional, ocupando a rampa e soltando foguetes. Depois eles quebraram o vidro do Salão Negro do Congresso e danificaram o plenário da Casa.
Após a depredação no Congresso, os manifestantes golpistas invadiram o Palácio do Planalto, onde também subiram a rampa e conseguiram chegar até o terceiro andar, que abriga o gabinete do presidente da República.
Em seguida, houve depredação no Supremo Tribunal Federal (STF), onde foram quebrados vidros e móveis, arrancadas as cadeiras do plenário, em um cenário de destruição.