Com presença de Ricardo Galvão, caminhada mobiliza SJC pelo fim da violência contra mulheres e meninas

Com presença de Ricardo Galvão, caminhada mobiliza SJC pelo fim da violência contra mulheres e meninas
Foto: Marcelo Rocha / CBN Vale

Foi realizada na manhã deste domingo (30), em São José dos Campos, a 8ª Caminhada pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas, que contou com a presença de lideranças sociais e políticas, entre elas o pesquisador e deputado federal Ricardo Galvão. O evento, organizado pelo Grupo Mulheres do Brasil, começou no Largo São Benedito, onde o público se concentrou às 8h para, em seguida, iniciar o percurso de 4 km pelo centro da cidade às 9h, com chegada na Praça Santos Dumont.

O trajeto seguiu pela Travessa Francisco Almada, Avenida Madre Teresa e ruas Luís Jacinto e Euclides Miragaia. Logo depois, os participantes avançaram pela Avenida Adhemar de Barros até o estacionamento do Parque Santos Dumont. Ali, rodas de conversa, apresentações culturais e falas de representantessão jo de órgãos públicos ampliaram o debate sobre formas de enfrentamento à violência.

Com presença de Ricardo Galvão, caminhada mobiliza SJC pelo fim da violência contra mulheres e meninas
Foto: Marcelo Rocha / CBN Vale

Durante o percurso, Ricardo Galvão caminhou ao lado de representantes do Grupo Mulheres do Brasil e de entidades locais. Sua presença reforçou a importância de envolver diferentes esferas da sociedade — tanto científica quanto política — na defesa dos direitos das mulheres. Além disso, o deputado conversou com participantes e destacou a necessidade de ações educativas e políticas públicas contínuas.

Com presença de Ricardo Galvão, caminhada mobiliza SJC pelo fim da violência contra mulheres e meninas
Foto: Marcelo Rocha / CBN Vale

Mobilização destacou números alarmantes e defesa de políticas públicas

Os organizadores lembraram que, no último ano, mais de 21 milhões de mulheres e meninas sofreram agressões no país. Somado a isso, os 1.450 feminicídios registrados em 2024 mostraram a urgência de medidas mais amplas. Dados da ONU Mulheres também revelaram que, no mundo, uma mulher ou menina foi morta a cada dez minutos por alguém da própria família.

Ao final da caminhada, o Grupo Mulheres do Brasil reafirmou que essa mobilização depende do engajamento coletivo. Eles destacaram que caminhar representou resistência, sobretudo porque deu visibilidade a histórias que, muitas vezes, permanecem silenciadas. A população foi convidada a seguir acompanhando as ações no Instagram do núcleo local.