Com liberdade provisória, servidor público de Taubaté é afastado do cargo

Totem da Prefeitura de taubaté em frente à sede do poder executivo da cidade. Prefeitura de Taubaté abre concurso público para nove cargos; salários chegam a R$ 9,1 mil
(Foto: Divulgação/PMT)

O servidor público da prefeitura de  Taubaté, detido no domingo (16) com um carro oficial e diversos itens da administração municipal em sua casa, passou por audiência de custódia na tarde de ontem (17). A Justiça concedeu a liberdade provisória ao homem até que as investigações policiais e da própria Prefeitura sejam concluídas. Ainda ontem, o afastamento do servidor, foi publicado no Diário Oficial de Taubaté. 

A prisão do servidor ocorreu, após a Polícia Militar receber uma denuncia anônima que indicava um movimentação suspeita de entrada e saída de um veículo oficial da Prefeitura de Taubaté em um casa no Bairro do Paiol. Quando chegaram ao local, os PMs encontraram, além do veículo oficial estacionado na garagem da residência, diversos itens identificados como patrimônio municipal. 

Entre os itens apreendidos estavam um retroprojetor, uma impressora, uma plastificadora, um gerador avaliado em doze mil reais e rolos de tela para alambrado. Todos foram restituídos ao município.

O vice-prefeito, Coronel Oliveira Neto, esteve no local e acompanhou o caso. Em nota, a Prefeitura lamentou o ocorrido e afirmou que procedimentos internos serão abertos para apuração dos fatos. A administração reforçou ainda o compromisso com a transparência e incentivou a população a denunciar irregularidades por meio da plataforma oficial.

A Prefeitura destacou ainda que o servidor terá amplo direito de defesa e que as medidas necessárias serão tomadas, só após a conclusão das apurações. 

Em entrevista a imprensa, o advogado de defesa do servidor informou que a instauração do investigação interna da Prefeitura já era esperada. O advogado destacou que seguirá acompanhando os trabalhos investigativos e adotará as medidas cabíveis, a fim de garantir que os fatos sejam devidamente esclarecidos. “Tudo indica que não se trata de crime de peculato doloso”, acrescentou a defesa. Informando sobre a liberdade provisória concedida pela Justiça ao servidor após audiência de custódia.