CNBB divulga nota e diz que “Padre Kelmon” não tem vínculo com a Igreja Católica

Figura inusitada nos últimos debates à presidência da república, o candidato do PTB, Kelmon Luís da Silva Souza, que se autodenomina “Padre“, foi citado em nota oficial emitida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

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Segundo a nota, em atenção aos fiéis que enviaram perguntas à CNBB esclareceu que o candidato que se apresenta como “padre Kelmon”, não é sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana, sem qualquer vínculo com a Igreja sob o magistério do Papa Francisco.

O documento ainda ressalta que, conforme vigência na Lei Canônica, os padres da Igreja Católica, em pleno exercício do ministério sacerdotal, não disputam cargos políticos, nem se vinculam a partidos.

Kelmon (45) é natural de Acajutiba (BA) e entrou na disputa ao Planalto após a impugnação da candidatura do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, devido aos efeitos secundários da condenação criminal imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao ex-deputado federal, em 2013.

De acordo com o portal g1, a assessoria da campanha de Kelmon afirma que ele integra a Igreja Católica Apostólica Ortodoxa do Peru e que, no mês de novembro, se tornará bispo para iniciar no Brasil a Igreja de Tradição Canônica Siro Ortodoxa Malankar.

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