
Nesta quinta-feira (10), o comentarista do quadro CBN Política Regional, Hélcio Costa, falou ao programa CBN Vale 1ª Edição, sobre a janela partidária, que é um período importante para a política, uma fase de definições.
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Estamos numa fase nervosa da política, fase das definições e da “janela” partidária, quando políticos podem mudar de partido sem perder o mandato.
Em contagem regressiva para renunciar ao cargo, o prefeito Felicio Ramuth continua fazendo mistério se aceita ou não o convite de Gilberto Kassab para ser candidato a governador pelo PSD. Mistério? Até as pedras do estacionamento do Paço sabem que, sim, ele vai. É só charme. O prefeito deve sair antes da data-limite, no dia 2 de abril. Até lá, acelera um calendário de anúncio de obras e projetos. Nem as vaias recebidas na semana passada, durante a visita do presidente Jair Bolsonaro e de Tarcísio de Freitas, rival a governador, pelo PL, desligaram Felicio do 220.
E tem os deputados e candidatos a deputado…
A grande incógnita é para onde vai o deputado Eduardo Cury, se vai para os braços de Kassab ou continua no PSDB. Na terça-feira (8) ouvi que o deputado fica no ninho tucano. Será? Ontem, conversando com o vereador Juvenil Silvério, que vai migrar para o PSD de olho numa vaga na Assembleia Legislativa, ele me disse o contrário: Cury vai entrar no barco de Kassab. E daí, o PSDB fica órfão?
O MDB perde o Doutor Élton, mas fica com a dupla Fernando Petiti e Hélio Nishimoto. Já a deputada Letícia Aguiar trocou o PSL pelo Progressistas. E o PL do presidente Bolsonaro deve lançar Patrícia Borges a federal, Patrícia que foi candidata a vice de Agliberto Chagas em 2020, ambos pelo Novo. Ele, Agliberto, também está na luta este ano, agora pelo Podemos, ao lado de Flávia Camargo. Candidato é o que não falta. E isso porque não falei do PT, PSTU e PSOL.
