CBN Inovação: Conheça o setor da economia que pode crescer até 20% nos próximos anos

Agliberto Chagas e Fernando Carlos, no quadro CBN Inovação, que tratou sobre um setor da economia
(Foto: Marcelo Rocha/CBN Vale-Agliberto Chagas e Fernando Carlos) Setor da economia

Tradicionalmente, as atividades econômicas são divididas em três setores: primário, secundário e terciário. Nos últimos 300 anos, acompanhamos a forte migração do setor primário (agricultura), para o setor secundário (indústria). Mais recentemente, últimos 100 anos, temos visto o setor terciário (serviços), ganhar força e com ele, a economia da criatividade, que engloba entretenimento, lazer, artes e atividades correlatas. Este foi o destaque do colunista do quadro CBN Inovação, o professor Agliberto Chagas, na última terça-feira (7). Confira!

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Hoje a economia da criatividade já reponde por cerca de 7% do PIB mundial. No Brasil essa participação está estimada em 3%. Esse é o contexto de um segmento da economia que se prepara para crescer entre 10% e 20% nos próximos anos, segundo a FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).

Agliberto cita a tendência da migração dos trabalhadores dos setores primário e secundário, para o terciário, não apenas do ponto de vista de ‘riqueza’, mas também pela empregabilidade, na chamada economia criativa. Exemplo disso, é o setor de entretenimento que possui uma das funções que melhor remuneram hoje em dia, como os desenvolvedores de games, mídias digitais, softwares, e que muitas vezes não há mão de obra disponível, ou qualificada para assumir as oportunidades de trabalho.

O setor terciário, no entanto, segundo o colunista, possui características próprias e tem se concentrado cada vez mais por pessoas que buscam conhecimento para atuar nesse ramo da economia, que possui importância relevante para o PIB (Produto Interno Bruto) dos países.

Precarização do trabalho

O professor lembrou de um fenômeno que ocorre em muitos lugares no mundo que é a precarização do trabalho, que nada mais é do que um profissional deixar de atuar em uma função a qual ele obtinha seu sustento, e acabar sendo obrigado a migrar para outras atividades, com salários menores, além de condições de trabalho menos favorecidas.

Para esses profissionais que perderam seus postos de trabalho, e hoje atuam em funções consideradas inferiores à sua formação original, o caminho é a requalificação, buscar novos estudos e conhecimentos para melhor se adaptarem aos desafios que o mercado acaba impondo.

Para mais informações sobre Economia Criativa, Agliberto Chagas sugere ler o artigo neste link

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