
Após a morte de uma funcionária terceirizada, ocorrida na última sexta-feira, trabalhadores da empresa Novelis, realizaram um protesto na manhã desta segunda-feira (06). Os funcionários exigem maior segurança, pois fábrica, localizada em Pindamonhangaba, registrou dois acidentes fatais em seis meses.
A manifestação durou cerca de uma hora e contou com apoio dos sindicatos dos Condutores do Vale do Paraiba, Sindicatos metalúrgicos de Taubaté e Construção Civil de São José dos Campos. A fábrica atua no ramo do alumínio e tem cerca de 1.500 trabalhadores.
Já é o segundo acidente fatal registrado na Novelis no período de seus meses. No dia 15 de julho, um técnico de manutenção elétrica foi prensado por um veículo de transporte de bobinas no setor de Laminação a Frio ele não resistiu e morreu ainda no local. Já na noite de sexta-feira (03), a motorista de caminhão, Vera Gonçalves, de 47 anos, foi atingida por um fardo de alumínio no pátio de logística da empresa. Ela era funcionária da Transportadora Transbuani e a operação estava sendo realizada pela terceirizada Penske.
Sobre a morte ocorrida na sexta-feira, a Novelis lamentou o acidente no final de semana e afirmou que mantém um compromisso com a segurança. E garantiu que reforçará os protocolos com os funcionários para garantir a segurança.
A empresa Novelis ainda não se manifestou sobre o protesto ocorrido na manhã desta segunda-feira.
