
Após um investimento que ultrapassou os R$ 64,8 milhões e duas prorrogações até a conclusão final, a tão esperada Via Jaguari foi entregue para o tráfego de veículos e pedestres nesta terça-feira (14). Em entrevista ao Jornal da CBN Vale, o secretário de Mobilidade Urbana de São José dos Campos, Gláucio Rocha destacou a importância da obra para a cidade, mas principalmente para a melhoria do tráfego da Zona Norte de São José dos Campos.
“A Via Jaguari é de extrema importância para região da Zona Norte, pois agora os veículos pesados das indústrias daquela região, vão deixar de passar por dentro dos bairros para terem um via exclusiva com rápida ligação a Presidente Dutra”, destacou o secretário Gláucio Rocha.
A Via teve a construção iniciada em junho de 2022 e deveria ter sido concluído em junho do ano passado, mas a conclusão só se deu mesmo no último mês. Entre uma prorrogação e outra o custo da obra que deveria ser de pouco mais de R$ 52,3 milhões passou para R$ 64,8 milhões, um acréscimo de 23,89%.
A liberação do tráfego ocorreu apenas nesta semana, pois de acordo com a própria Prefeitura, a extensão da via necessitou passar por pinturas de sinalização, além da finalização da iluminação pública pela EDP.
Ao todo a Via Jaguari está dividida em dois trechos, sendo um de cerca de 1,8 quilômetro que liga a Estrada do Jaguari até a Estrada da Petybon, facilitando o acesso à fábrica da J. Macedo. A Via Jaguari, possui outros 3,8 quilômetros de extensão que cruza o Rio Paraíba do Sul por meio de uma ponte com aproximadamente 240 metros de comprimento, 11,2 metros de largura e 10 metros de altura – em traçado paralelo à via férrea, até a Via Norte. A obra, que foi feita por meio de convênio entre Prefeitura e o governo do estado.

“A Via Jaguari conta com uma ponte sob o Rio Paraíba, calçamento e ciclovia e além do investimento feito na construção da própria Via também conseguimos investir no recapeamento de algumas ruas no entorno dela que dão acesso aos bairros. Ainda faltam algumas adequações, mas estas não interferem na movimentação do tráfego de veículos nem dos pedestres”, disse Gláucio. Assista a entrevista completa abaixo.