
A Deputada Estadual Letícia Aguiar (PSL) foi acusada de improbidade administrativa, após instauração de inquérito pelo Ministério Público do Estad00o de São Paulo. Segundo a investigação, a parlamentar se envolveu junto de seu assessor parlamentar e chefe de gabinete, Anderson Senna, em um susposto esquema de rachadinhas, funcionários fantasmas e laranjas na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).
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A Deputada Estadual esclarece que foi à tribuna para explicar a situação e diz que a denúncia tem motivação política, com objetivo de desequilibrar a corrida eleitoral, e que o denunciante é filiado e comissionado do PSDB em São José dos Campos.
Um dos componentes da denúncia é de que cinco assessores teriam sido exonerados para disputarem as eleições municipais. Letícia confirma que isso realmente aconteceu, mas a tramitação é compatível com a lei.(Confira a reportagem no final do texto)
Ainda, segundo o documento, “diversos assessores em cargos comissionados teriam participado no período eleitoral de 2020, em horário de expediente, de campanha e propaganda política para prefeito e vereadores em São José dos Campos e em Jacareí, quando deveriam prestar serviço na Alesp”.
De acordo com a portaria, instaurada em 10 de fevereiro pelo promotor de Justiça, Paulo Destro, as ações constituem em prejuízo do erário público por atos ilícitos e lesivos ao patrimônio público e social, com desvio de finalidade ou de poder, ou de recursos públicos do orçamento da Alesp.
A Deputada Estadual, Letícia Aguiar, disse que foi formalmente citada pelo MP e que está reunindo todos os documentos legais para encaminhamento ao órgão.
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