Polícia Federal apreende menor com notas falsas em Cunha (SP)

Dinheiro falsificado debaixo do distintivo de policial federal. Polícia Federal apreende menor com notas falsas em Cunha (SP)
(Foto: PF)                                                                        menor com notas falsas

A Polícia Federal (PF) apreendeu em flagrante, na manhã desta segunda-feira (16), no bairro da Grota, em Cunha (SP), um adolescente de 17 anos, acusado de receptação de notas de dinheiro falsificadas. A suspeita da PF é que o menor tenha comprado as notas falsificadas pela internet, através de um grupo de aplicativos de mensagens.

Ao todo dez notas falsas de R$ 100,00 foram apreendidas em poder do menor.
Segundo a Polícia Federal, a ação teve início após informações da Unidade Especial de Repressão à Falsificação de Moeda da Polícia Federal.

O menor foi abordado na porta de sua residência, no momento em que recebia uma encomenda postal que continha as cédulas falsas. Pelo cometimento de ato infracional análogo ao crime de aquisição de moeda falsa, a pena pode chegar a 12 anos de prisão.

O menor de idade apreendido foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil da cidade de Cunha. As investigações prosseguem a fim de identificar o remetente do conteúdo ilícito.

Saiba mais

Um homem foi preso em flagrante pelo crime de aquisição de mil reais em notas falsas, no bairro Vila Industrial, em São José dos Campos, na tarde desta terça-feira (10).

De acordo com a Polícia Federal, as equipes foram acionadas pela Unidade Especial de Repressão à Falsificação de Moeda, e contou com o apoio da Área de Segurança dos Correios.

O homem foi abordado quando foi até o Centro de Distribuição dos Correios para retirar o pacote, que continha R$ 1 mil reais em notas falsas. A encomenda teria sido mandada do Espírito Santo.

O homem foi abordado e preso. Ao ser questionado, ele informou que tinha adquirido as cédulas por meio de um grupo em um aplicativo de mensagem. Ele foi direcionado ao sistema prisional, e a pena por crimes de moeda falsa pode chegar a até 12 anos de prisão em regime fechado. O suspeito permanece à disposição da Justiça.