Justiça nega posse de vereadores suplentes em Ubatuba

Vereadores de Ubatuba são investigados por rachadinhas
(Foto: Reprodução/Facebook) Vereadores de Ubatuba são investigados por rachadinhas

A Justiça negou a posse de vereadores suplentes na Câmara Municipal de Ubatuba. Três parlamentares entrariam para assumir o cargo deixado por outros três vereadores suspensos por serem investigados em um caso de “rachadinhas”.

Alguns vereadores em atividade solicitaram que os suplentes assumam com urgência, visto que o suplente à presidência da Câmara já assumiu o cargo, e que no momento há uma defasagem no número de vereadores ativos.

A Justiça negou o pedido feito pelos parlamentares e a situação continua indefinida. Houve uma discussão entre os vereadores na última sessão de câmara quando discutiam o assunto.

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Vereadores de Ubatuba são suspensos por suposta associação criminosa

Três vereadores de Ubatuba foram suspensos nesta quinta-feira (31) suspeitos fazerem parte de uma associação criminosa.

De acordo com a denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP), com o auxílio da Polícia Civil, por meio do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), foi deflagrada a Operação Corvêia.

Durante a operação, a Justiça expediu 14 mandados de busca e apreensão e investiga acusações de associação criminosa, rachadinhas, coação no curso de processo e cárcere privado, entre outras contravenções, com o envolvimento de pelo menos três vereadores da cidade.

De acordo com a Câmara Municipal, os investigados são Junior JR (Podemos), Josué D’ Menor (AVANTE) e o presidente da Câmara, Eugênio Zwibelberg (União Brasil).

Os parlamentares envolvidos já foram suspensos e proibidos de frequentar a Câmara Municipal, além de estarem impedidos de entrar em contato com qualquer pessoa envolvida direta ou indiretamente no caso.

A Polícia Civil, promotores de Justiça e o Ministério Público permanecem investigando o caso. 

Como fica a composição da Câmara Municipal

De acordo com a assessoria da Câmara Municipal, os parlamentares em questão não foram afastados, e sim suspensos, portanto não há necessidade de suplentes assumirem seus postos. Quanto a Eugênio Zwibelberg, presidente da Câmara, seu cargo será ocupado por um de seus vices, Edelson Fernandes (PODEMOS).