Vereadores de Ubatuba são suspensos por suposta associação criminosa

Vereadores de Ubatuba são investigados por rachadinhas
(Foto: Reprodução/Facebook) Vereadores de Ubatuba são investigados por rachadinhas

Três vereadores de Ubatuba foram suspensos nesta quinta-feira (31) suspeitos fazerem parte de uma associação criminosa.

De acordo com a denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP), com o auxílio da Polícia Civil, por meio do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), foi deflagrada a Operação Corvêia.

Durante a operação, a Justiça expediu 14 mandados de busca e apreensão e investiga acusações de associação criminosa, rachadinhas, coação no curso de processo e cárcere privado, entre outras contravenções, com o envolvimento de pelo menos três vereadores da cidade.

(Foto: Reprodução: CMU)

De acordo com a Câmara Municipal, os investigados são os vereadores Junior JR (Podemos), Josué D’ Menor (AVANTE) e o presidente da Câmara, Eugênio Zwibelberg (União Brasil).

Os parlamentares envolvidos já foram suspensos e proibidos de frequentar a Câmara Municipal, além de estarem impedidos de entrar em contato com qualquer pessoa envolvida direta ou indiretamente no caso.

A Polícia Civil, promotores de Justiça e o Ministério Público permanecem investigando o caso. 

Como fica a composição da Câmara Municipal

De acordo com a assessoria da Câmara Municipal, os parlamentares em questão não foram afastados, e sim suspensos, portanto não há necessidade de suplentes assumirem seus postos. Quanto a Eugênio Zwibelberg, presidente da Câmara, seu cargo será ocupado por um de seus vices, Edelson Fernandes (PODEMOS).

Saiba Mais – vereadores de Ubatuba

Após ter royalties do petróleo liberados, São Sebastião aguarda por depósitos mensais da Petrobras, diz prefeito Felipe Augusto

35 km de bairros destruídos, 3 mil famílias desabrigadas e mais de R$ 600 milhões necessários para a recuperação das regiões devastadas pelas chuvas que atingiram a cidade de São Sebastião (SP), no feriado de Carnaval deste ano. Esse é o saldo do prejuízo causado no município do litoral norte paulista, segundo o prefeito de São Sebastião, Felipe Augusto (PSDB), entrevistado no Jornal CBN Vale 1ª Edição, nesta quarta-feira (30).

A justiça acatou neste mês, ação judicial emitida por São Sebastião, pedindo a liberação de valores dos royalties do petróleo, que estavam em disputa com a prefeitura de Ilhabela, e que agora, segundo o prefeito, será possível “ter fôlego” para intensificar o processo de recuperação da cidade após a tragédia das chuvas em fevereiro deste ano.

Entre as ações de combate à fatalidade, o prefeito destacou ainda, a participação conjunta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que somaram esforços para a interlocução com as agências do governo, e com isso, iniciar o processo de construção de 700 unidades habitacionais para as famílias que perderam tudo na tragédia.