
A Polícia Ambiental prendeu o suspeito de plantar maconha e de manter cativeiro ilegal de aves no bairro Araratema, em Pindamonhangaba. A prisão ocorreu na segunda-feira (19), quando uma equipe do Grupamento Tático Ambiental encontrou quatro pés de maconha e 12 aves mantidas ilegalmente no quintal da casa do suspeito.
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O responsável foi conduzido para o distrito policial e responderá em liberdade pelo crime de porte de entorpecente e pelo crime ambiental de manter aves em cativeiro sem autorização do órgão ambiental competente. Ele foi autuado em R$6 mil.
As aves serão destinadas ao Cetas (Centro de triagem de animais silvestres) do Ibama ( Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), em Lorena.
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Bolsonaro exonera diretor-geral da PRF envolvido em bloqueios nas estradas no 2º turno
O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), exonerou nesta terça-feira (20) o diretor-geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal) Silvinei Vasques, investigado por suposta omissão para impedir os bloqueios nas estradas federais após o segundo turno das eleições presidenciais e demora para agir na dissolução das manifestações. Além disso, ele já é réu por improbidade administrativa.
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Na ação, instaurada em 18 de outubro pelo MPF (Ministério Público Federal), o órgão alega que Vasques utilizou do cargo púbico para fazer campanha eleitoral para o então candidato à reeleição presidencial Jair Bolsonaro, entre agosto e outubro deste ano.
A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União de hoje, que consta que a decisão foi tomada a partir do pedido do secretário de Operações Integradas do governo, Alfredo De Souza Lima Coelho Carrijo.
Diretor-geral da PRF vira réu por improbidade administrativa
O diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, virou réu na ação civil movida pelo Ministério Público Federal por improbidade administrativa. Na ação, instaurada no dia 18 de outubro, o órgão alega que Vasques utilizou do cargo púbico para fazer campanha eleitoral para o então candidato à reeleição presidencial Jair Bolsonaro, entre agosto e outubro deste ano.
“O requerido participou de eventos públicos oficiais, concedeu entrevista em meio de comunicação, bem como fez publicações em suas redes sociais, na qualidade de diretor-geral da PRF e usando da imagem da instituição, com vontade livre e consciente de promover efetivas manifestações, por vezes veladas e outras ostensivas, de apreço ao atual presidente da República e candidato à reeleição Jair Messias Bolsonaro, com o fim de obter proveito de natureza político-partidária, inequivocamente demonstrado no pedido explícito de voto as vésperas do segundo turno da eleição presidencial”, diz a inicial do MPF.