
A justiça concedeu a chamada ‘saidinha temporária’ para Suzane von Richthofen, Anna Carolina Jatobá e Elize Matsunaga, que deixaram a Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé (SP), na manhã desta terça-feira (15).
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É a primeira saidinha temporária de 2022, concedida a presos que estão no regime semiaberto, que apresentam bom comportamento e já cumpriram uma parte da pena em regime fechado. Os crimes praticados pelas três detentas ganharam repercussão nacional.
Suzane von Richthofen foi condenada em 2002 a 39 anos de prisão pelo assassinato dos pais, com a ajuda do namorado Daniel Cravinhos, e do irmão mais velho, Cristian Cravinhos. Anna Carolina Jatobá recebeu condenação de 26 anos e oito meses de prisão pelo assassinato da enteada, Isabella Nardoni (5 anos), em 2008. Já Elize Matsunaga foi condenada a 19 anos e 11 meses depois de matar e esquartejar o marido em 2012, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, dono da empresa de alimentos Yoki.
Universidade
Suzane Von Richthofen conseguiu ingressar em uma universidade de Taubaté em 2021, após sua defesa ter obtido autorização para que ela voltasse a estudar. Suzane faz o curso farmácia graças à nota obtida no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Ela também obteve autorização para ter aulas de informática. Suzane von Richthofen passou para o regime semiaberto em outubro de 2015, e obteve sua primeira saída temporária em março de 2016.
Crimes viram filmes
Em 2021, a história de Suzane Von Richthofen ganhou as telas de cinema com dois filmes, “A menina que matou os pais” e “O menino que matou meus pais”, que contam o caso do assassinato dos pais de Suzane, Manfred e Marísia Richthofen, através de pontos de vista diferentes, o dela e do então namorado, Daniel Cravinhos.
Já o caso de Elize Matsunaga, também em 2021, foi retratado em uma série documental ‘Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um Crime’ disponível na Netflix. A produção apresenta detalhes sobre o assassinato de Marcos Matsunaga, do ponto de vista de Elise. saidinha

