Acidentes domésticos com crianças e adolescentes aumentam durante as férias

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(Foto: Divulgação)

Ninguém está isento de sofrer acidentes domésticos e, por isso, aquelas dicas para os pequenos cuidados valem muito. Afinal, todo cuidado é pouco. E se para nós, adultos, o risco existe, para crianças e adolescentes o risco ainda é maior. Principalmente porque o aumento de acidentes está relacionado às épocas em que eles ficam mais tempo em casa, como no caso das férias.

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Segundo o Dr. Marcone Oliveira, Médico Neuropediatra e criador de um programa de orientação de pais, explica que os acidentes domésticos acontecem diariamente, principalmente nas épocas em que as crianças e adolescentes ficam mais tempo dentro de casa, como nas férias. O programa chamado “Meu Propósito”, ajuda na criação dos filhos e na necessidade de evitar acidentes domésticos.

Acidentes aumentam nas férias

Dr. Marcone informou que cerca de 14 mil crianças e adolescentes de 1 a 14 anos vem à óbito todos os anos por causa de afogamento, atropelamento e outros acidentes domésticos. São mais de 130 mil internações no Brasil. Acidentes que, em sua maioria, são evitáveis com medidas simples.

Faixa etária

O neuropediatra explica que os acidentes mudam de classificação de acordo coma faixa etária. No caso de adolescentes, eles acabam se acidentando mais fora de casa, como na prática de esportes. Já no caso de crianças menores, na faixa etária de 1 a 5 anos, os acidentes acontecem dentro de casa.

Os fatores de risco dentro do ambiente doméstico são inúmeros, mas queimaduras, afogamentos, quedas e atropelamentos são os acidentes mais comuns.

Dr. Marcone falou ainda que precisamos dar proteção passiva para essas crianças, sem sufoca-las. Muitas vezes não percebemos que a nossa casa pode esconder grandes perigos. Os pais e cuidadores, principalmente, precisam estar atentos a esses perigos com os quais convivemos.

Como evitar

Por isso as adaptações necessárias no ambiente, devem ser feitas para se evitar os incidentes, às vezes, uma simples mudança de hábito, um pequeno conserto ou uma proteção a mais, seja um corrimão, um piso aderente ou uma tela de proteção, além de outras pequenas mudanças ou acréscimos, é o suficiente.

Ouça a matéria de Julia Lopes:

 

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