
Um homem de 25 anos foi executado a tiros na manhã desta quinta-feira (17), em Pindamonhangaba (SP), em frente a um galpão no bairro Alto do Cardoso. De acordo com informações da Polícia Militar e da Delegacia de Polícia do município, a vítima foi surpreendida por um casal que chegou ao local em uma motocicleta. Os criminosos fugiram logo após o ataque.
Segundo o boletim de ocorrência, policiais foram acionados via COPOM com a informação de que um homem havia sido baleado na região da cabeça. Ao chegarem ao endereço, os agentes encontraram a vítima caída no chão, em decúbito lateral esquerdo, já sem sinais vitais. O SAMU foi acionado e constatou o óbito no local.
Testemunhas relataram que um grupo de trabalhadores aguardava caminhões na área externa do galpão quando o casal chegou de moto. O homem desceu e se aproximou da vítima caminhando rente ao muro, e então disparou um tiro certeiro na nuca. Em seguida, a mulher se aproximou e ambos efetuaram vários disparos contra a vítima já caída.
O ataque gerou correria entre os presentes. Após o crime, os autores correram de volta para a motocicleta e fugiram rapidamente. A identidade deles ainda está sendo apurada pela polícia.
A Polícia Científica foi chamada para realizar a perícia técnica e a equipe de necropsia esteve no local. Foram colhidas evidências e recolhido um telefone celular da vítima, que estava com a tela danificada e foi lacrado e apreendido como parte da investigação.
A autoridade policial responsável compareceu pessoalmente à cena do crime, acompanhada por perito criminal e desenhista técnico. As primeiras oitivas foram colhidas ainda na delegacia, incluindo relatos de testemunhas que presenciaram o crime e de um familiar da vítima. Investigação em andamento
O caso foi registrado como homicídio doloso e está sendo investigado pela Delegacia de Polícia de Pindamonhangaba. A principal linha de apuração no momento é de execução planejada, possivelmente relacionada a conflitos anteriores ou envolvimento da vítima em outras ocorrências criminais.
As autoridades trabalham com imagens de câmeras da região, além de depoimentos colhidos no dia do crime. Nenhuma prisão foi realizada até o momento.
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