Homem é preso em Taubaté por vender cigarros eletrônicos

Homem é preso em Taubaté por vender cigarros eletrônicos
Foto: Divulgação / Polícia Civil

Um homem de 22 anos foi preso em Taubaté por comercializar cigarros eletrônicos de forma ilegal. A ação aconteceu em uma casa no bairro Água Quente, após policiais civis cumprirem um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça.

Durante as buscas, nenhum outro item ilegal foi encontrado. No entanto, ao analisarem o celular do suspeito, os investigadores localizaram imagens e conversas que indicavam a venda dos dispositivos proibidos.

Ao ser confrontado com o conteúdo do aparelho, acabou admitindo que era responsável por uma página no Instagram usada para vender os cigarros eletrônicos. Ele afirmou que atuava com a ajuda de um outro homem já identificado.

Material apreendido

Além disso, a polícia descobriu que uma encomenda com mais produtos havia sido enviada para a casa do indiciado. Usando o código de rastreamento, os agentes conseguiram interceptar a entrega ainda na agência dos Correios, na região central de Taubaté. Dentro do pacote estavam 31 cigarros eletrônicos que foram apreendidos.

Enquanto isso, em outra parte da operação, policiais também tentaram localizar um segundo suspeito em um imóvel em Pindamonhangaba. No entanto, ele não foi encontrado no endereço.

Com base nas provas coletadas, incluindo o celular e os produtos apreendidos, a polícia determinou a prisão em flagrante do suspeito. Ele confessou que vendia os dispositivos, mas alegou desconhecer que a prática era proibida.

Vapes proibidos no Brasil – Cigarros eletrônicos

Vale lembrar que, segundo uma resolução da Anvisa (RDC nº 855/2024), a comercialização, fabricação e importação dos chamados “vapes” ou dispositivos eletrônicos para fumar são proibidas no Brasil. A medida visa proteger a saúde pública, especialmente entre os jovens.

Devido à gravidade do caso e à pena prevista para esse tipo de crime, o investigado não teve direito a fiança e foi mantido preso. Ele deve passar por audiência de custódia, conforme determina a legislação.

A operação continua, e a polícia segue investigando o envolvimento de outras pessoas no esquema de venda ilegal.