
O prefeito de São José dos Campos, Anderson Farias (PSD), revelou em entrevista ao portal Vale 360 News que a prefeitura está avaliando a possibilidade de reajustar a tarifa de ônibus na cidade.
O aumento pode ser necessário devido à pressão inflacionária e à elevação dos custos operacionais do sistema de transporte público. A tarifa está congelada desde 21 de janeiro de 2020, completando quase cinco anos sem nenhum reajuste.
De acordo com o prefeito, o sistema do transporte público de São José dos Campos enfrentou desafios significativos durante a pandemia, como a redução na frota em circulação devido às restrições sanitárias e queda no número de passageiros.
“Todo ano fazemos o cálculo da tarifa para manter o equilíbrio financeiro do sistema, garantindo que não dê prejuízo e que não prejudique o bolso do usuário. Desde 2020, conseguimos manter a tarifa congelada, mas isso exigiu um grande esforço, especialmente durante a pandemia”, disse o prefeito.
Impacto da inflação e aumento dos custos
Anderson Farias ressaltou que o cenário econômico atual, com inflação e aumento dos custos de combustíveis e mão de obra, está pressionando o equilíbrio financeiro do sistema do transporte público de São José dos Campos.
Segundo Anderson, a Prefeitura está realizando estudos detalhados para definir se será necessário reajustar a tarifa. Uma decisão final deverá ser anunciada nas próximas semanas.
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Transporte SJC: Edital para locação de 400 veículos elétricos atrai uma empresa
Após cinco tentativas fracassadas, a sexta licitação aberta pela Urbam (Urbanizadora Municipal) para a locação de 400 ônibus elétricos atraiu uma empresa, a Green Energy S.A.
A sessão para o recebimento das propostas foi realizada na manhã dessa sexta-feira (10) e a empresa, que tem sede na Grande São Paulo, apresentou proposta de R$ 2,718 bilhões, cerca de 8,5% abaixo do valor máximo estabelecido no edital (R$ 2,967 bilhões). O período de contrato previsto no edital é de 15 anos.
Caso a Green Energy seja declarada vencedora, a empresa terá seis meses para começar a disponibilizar os veículos. Ou seja, mesmo que dessa vez a haja sucesso na licitação, o novo sistema não deve entrar em operação antes do segundo semestre desse ano.