
O Governo de São Paulo iniciou, nesta segunda-feira (26), um mutirão de coletas de DNA de familiares de pessoas desaparecidas. No Vale do Paraíba, São José dos Campos participa da iniciativa.
A mobilização se estende até sexta-feira (30).
Em todo o estado, são 13 pontos de recolhimento de material genético, sendo dois na capital, um na região metropolitana e os demais no interior.
O objetivo é alimentar a rede de perfis genéticos, possibilitando que cada vez mais famílias de desaparecidos obtenham respostas.
Durante os dias da mobilização, a Delegacia da Pessoa Desaparecida também entrará em contato com as famílias para incentivar o recolhimento desse material genético. “Faremos busca ativa de alguns casos específicos”, ressaltou a delegada Bárbara Travessos, responsável pela unidade policial.
O que levar?
Para a coleta, é necessário que o cidadão apresente obrigatoriamente o Registro Geral (RG) ou outro documento com foto válido em território o nacional, além do Boletim de Ocorrência de Desaparecimento do familiar.
Como é feita?
O recolhimento do material genético é realizado a partir de células da mucosa oral, extraídas por meio de um cotonete passado no interior da bochecha. Também pode ser feita a partir de uma gota de sangue do dedo da mão.
Outras coletas habituais
Em um comunicado, a administração estadual ressaltou que a coleta também é feita todas as quartas-feiras nos Institutos Médicos Legais (IML) do estado, por meio de agendamento no site.
Entre novembro de 2023 e maio de 2024, pelo menos 24 restos mortais foram identificados no estado paulista por meio do banco de DNA.
Sobre o mutirão em São José dos Campos
Serviço
- Local: IML São José dos Campos
- Endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 7575 – Vila Industrial
- Telefone: (12) 3902-4699