
O juiz Guilherme Guimarães Feliciano tomou posse nesta terça-feira (21) como conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília. Desde 2006, ele é titular da 1.ª Vara do Trabalho de Taubaté. O magistrado também é professor da Universidade de Taubaté (Unitau).
A cerimônia de posse aconteceu em Brasília com a presença de autoridades.
No CNJ, o magistrado vai substituir o conselheiro Giovanni Olsson na vaga destinada à indicação pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho).
A nomeação de Guilherme já havia sido publicada no Diário de Justiça Eletrônico no dia 7 de maio.
Durante a cerimônia, ele ressaltou que suas pautas prioritárias serão “cidadania, saúde, educação para a pacificação social e integração do cidadão neurodivergente”.
Sobre Guilherme Guimarães Feliciano
Formado em Direito pela USP, o novo conselheiro assumiu o cargo de juiz do trabalho em 1997, após aprovação em primeiro lugar.
O magistrado é doutor em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa. Ele é professor associado do Departamento de Direito do Trabalho da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (FDUSP), com livre docência em Direito do Trabalho e Direito Penal.
Leciona ainda na Universidade do Distrito Federal (UDF) e no Centro Universitário Salesiano de São Paulo e coordena o curso de especialização em Direito do Trabalho e Processual do Trabalho da Universidade de Taubaté (Unitau).
Sobre o CNJ
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é uma instituição pública que visa a aperfeiçoar o trabalho do Judiciário brasileiro, principalmente no que diz respeito ao controle e à transparência administrativa e processual.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foi criado pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004 e instalado em 14 de junho de 2005, nos termos do art. 103-B da Constituição Federal.
Trata-se de um órgão do Poder Judiciário com sede em Brasília (DF) e atuação em todo o território nacional.